modelo híbrido 10.08.2021 | 09h52

yuri@gazetadigital.com.br
João Vieira
Atualizada às 10h56 - Dois casos de covid-19 foram confirmados dentro da Escola Estadual Souza Bandeira, no bairro Shangri-lá, em Cuiabá, nesta terça-feira (10). As aulas foram suspensas pela gestão. Essas são as primeiras confirmações públicas na Capital desde o dia 3 de agosto, quando a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) determinou o retorno das aulas no modelo híbrido.
O primeiro foi em um aluno, mas não foi especificado de qual turma. Já o segundo é de um profissional da educação que atua como professor. Não foi informado se o aluno e o professor tiveram contato ou se são casos diferentes.
Em comunicado encaminhado aos pais e responsáveis dos estudantes, a gestão da escola afirma que a unidade passará por higienização e desinfecção e que, por isso, as aulas serão suspensas nos turnos matutino e vespertino.
Além disso, afirma que todos os professores devem fazer o teste de covid-19. Os pais da turma qual o estudante que testou positivo faz parte também serão avisados diretamente.
Apesar de a direção escolar estar tomando as medidas, a Seduc orienta um protocolo diferente, que prevê uma quarentena de 14 dias em caso de contato com alguém infectado.
Reportagem do
entrou em contato com a diretora da unidade, Claudete Santana Nunes, mas o celular estava desligado. Na escola, os telefones não foram atendidos.
Em nota, a Seduc informou que:
1- Foi elaborado junto com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) e encaminhado a todas as unidades de ensino em maio deste ano.
2- Os profissionais das escolas foram capacitados para desenvolver as ações e que gestores devem informar e formalizar casos de servidores à secretaria, de acordo com formulário disponível.
3- Quando algum aluno ou professor de uma das bolhas contrair o vírus ou estiver em contato com alguém infectado, toda a bolha deve entrar em quarentena (tempo médio de 14 dias) pelo período recomendado nos protocolos vigentes.
4- As demais turmas (bolhas) deverão manter as atividades presenciais, tomando as precauções de biossegurança já estabelecidas.
5- Para os profissionais, recomenda-se que nos casos em que os sintomas se apresentem no ambiente escolar, também procurem a unidade de saúde mais próxima de sua residência.
ÁREA DE ISOLAMENTO
Toda unidade escolar criou uma ‘área de isolamento’ para a permanência de caso suspeito que apresente sintomas quando já estiver no ambiente escolar.
O espaço é destinado aos estudantes, crianças e adolescentes, que precisem aguardar pelos pais ou responsáveis, ou qualquer outra pessoa que necessite ser encaminhada para casa ou unidade de saúde mais próxima.
Não é para permanência durante o período de aula, apenas até ser buscado pelos pais ou responsáveis. Exemplo de aluno que será encaminhado para a área de isolamento é aquele que apresentar febre ao ingressar na escola ou dores no corpo durante a aula.
MONITORAMENTO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO E ALUNOS
A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso desenvolveu, durante o período de aulas não presenciais, um sistema de notificação dos casos suspeitos ou confirmados para uso da comunidade escolar, no âmbito da Seduc. As informações no sistema são inseridas pela unidade escolar.
O monitoramento do sistema é realizado tanto da SES, quanto pela Secretaria Adjunta de Gestão Educacional (SAGE) e Secretaria Adjunta de Gestão de Pessoas (SAGP), ambas da Seduc. As escolas, diariamente, precisam fazer um check list de acompanhamento dos alunos e profissionais onde possa ser identificado qualquer sintoma da Covid-19, desencadeando alerta para a central de monitoramento.
ATENÇÃO
Se os sintomas da doença se iniciarem em casa, antes dos alunos ou profissionais se dirigirem às escolas, estes deverão comunicar a direção das escolas e serem orientados a procurar uma unidade de saúde para avaliação, devendo manter o isolamento domiciliar conforme recomendação médica. Em ambas situações, o profissional responsável pelo INDICASUS da escola deverá realizar a pré-notificação do caso e acompanhar o andamento até a conclusão final.
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Elói Wanderley da Silva - 11/08/2021
|Temos que averiguar e estes casos da Covid-19, aconteceu mesmo dentro da escola ou das escolas, ou se este (s) aconteceram foram do ambiente escolar.
Cacau - 10/08/2021
Exatamente como foi dito aqui outro dia como ia funcionar o sistema híbrido; um dia o aluno vai para a escola se contaminar, e no outro, estará em casa contaminando os mais velhos de caso; isso é fruto da persistência da SEDUC em empurrar o problema para a escola, pais, avós... para todos, menos para o Governo...... Se o filho vai para a escola, o PAI deve se responsabilizar pela COVID, se fica em casa, deve se responsabilizar pelo não aprendizado do filho.... e o MP ? Ah o MP, estão todos em teletrabalho.... agora entendi....
Robson - 10/08/2021
Na escola gasparzinho tem professor internado e não tem notícia em site...
3 comentários