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DEU EM A GAZETA 23.01.2026 | 06h32

Rodovia da Água Fria tem o término estimado para junho

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Cristiane Guerreiro

redacao@gazetadigital.com.br

Chico Ferreira

Chico Ferreira

As obras de implantação e pavimentação da rodovia MT-246, que liga o distrito da Água Fria à região do Manso e a MT-251, que dá acesso à cidade de Chapada dos Guimarães, seguem sem conclusão. Iniciadas em dezembro de 2023, os trabalhos tinham previsão de entrega em 1º de fevereiro deste ano, dentro de um cronograma de 540 dias, mas foram marcados por paralisações e agora têm nova data estimada para término em 29 de junho de 2026.  

 

Segundo a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), a última interrupção dos serviços ocorreu no dia 19 de dezembro de 2025, mas, nesta semana, foi assinada a ordem de reinício da obra. O contrato prevê investimento de R$ 41,2 milhões para a execução de 33 quilômetros previstos para pavimentação. No total, 24 quilômetros foram asfaltados até o momento. Outros 9 quilômetros ainda permanecem em chão batido.  

 

A rodovia ganhou importância estratégica nos últimos anos, principalmente por servir como rota alternativa durante as interdições da MT-251, provocadas por fortes chuvas e riscos de deslizamentos na região do Portão do Inferno. Pela estrada de Chapada, o tráfego é restrito a veículos com Peso Bruto Total (PBT) máximo de 3,8 toneladas, o que faz com que caminhões pesados e carros com carretinhas utilizem a MT-246 para desvio.  

 

IN LOCO

Reportagem da Gazeta esteve no local nesta semana e constatou que, em vários pontos da rodovia, a pavimentação é irregular, com trechos asfaltados intercalados com partes ainda em terra, sem continuidade na execução. Há placas indicando redução de velocidade, desvio, trecho em obras e presença de trabalhadores na pista, mas, em grande parte do percurso, não havia operários nem máquinas em atividade. Apenas em um trecho já pavimentado foi registrada a presença de cinco trabalhadores realizando serviços de meio-fio.  

 

Outro problema observado está na sinalização. Em alguns pontos onde o asfalto já foi aplicado, a sinalização está incompleta; em outros, não há qualquer tipo de sinalização, o que aumenta o risco para quem trafega pela rodovia.  

 

Motoristas também demonstram preocupação com a qualidade do serviço executado até agora, pois a camada de asfalto aparenta ser fina em vários trechos e, caso a obra continue demorando, pode sofrer desgaste precoce, com abertura de buracos e novos danos à pista.  

 

Leia a reportagem completa na edição de A Gazeta

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