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PASSAGEM DA CONCEIÇÃO 29.09.2019 | 07h15

"Saber nadar na piscina não serve para rio", alerta bombeiro

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A beleza, história e as águas limpas do rio Cuiabá são atrativos para moradores e turistas todos os dias na comunidade Passagem da Conceição, em Várzea Grande. Porém, tanta beleza esconde perigos e o local é o de maior índice de afogamentos na região metropolitana de Cuiabá. Para prevenir acidentes, os bombeiros alertam para que banhistas tenham atenção redobrada.

 

Leia também - Rede de solidariedade se mobiliza para encontrar idoso em Cuiabá

 

Somente neste mês, foram registrados 3 afogamentos nas águas do rio Cuiabá, que banham a vila, que é um dos pontos turísticos mais famosos e visitados das redondezas.

 

Chico Ferreira

Afogamento

Ilha é o limite de segurança para banhistas

Com o calor escaldante das últimas semanas, o que muitos querem é água para se refrescar, porém a imprudência pode custar um alto preço.

 

Um comerciante do local conta que muita gente bebe e entra no rio. Como a correnteza é forte e existem “poços”, a pessoa acaba arrastada pela força da água.

 

A tenente Graziele, do Corpo de Bombeiros, afirma que a imprudência é a maior causa dos afogamentos. O perigo do local, somado ao grande volume de frequentadores, torna o rio na Passagem a área que mais mata nas imediações.

 

“A pessoa bebe, consome drogas e se sente encorajada a entrar na água e tentar atravessar o rio. Ali existe muita correnteza, rebojo e redemoinhos que podem arrastar a pessoa. Ela se cansa, não consegue mais nadar e acaba se afogando”, alerta.

 

Os bombeiros colocaram algumas placas de alerta sobre o alto risco de afogamento do local, porém foram arrancadas por vândalos. Apenas uma resiste, logo na entrada da área que dá acesso à margem do rio.

 

A bombeiro alerta para alguns itens que o banhista deve considerar ao entrar na água. Entre elas, não beba se for entrar na água. Exemplifica a ilha existente no local como limite seguro para os banhistas entrarem na água. A partir dali, o rio se torna mais perigoso.

 

“A pessoa acha que sabe nadar, mas o nadar na piscina não serve para o rio. Não consumir alimentos pesados, para se evitar uma congestão. Não nadar de noite ou sozinho em lugares isolados. Não saltar de cabeça, pois pode atingir alguma pedra ou algum tronco. Não nadar onde tem correnteza. Cuidar com a profundidade na água, ele deve estar até a cintura”, cita a militar.

 

A oficial afirma que a maioria dos afogamentos acontece quando a pessoa tenta atravessar o rio. Ela se cansa e se afoga.
Pesquisa da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa) mostra que 21 pessoas morrem afogadas, todos os dias, no Brasil e 65% dos casos acontece em água doce, como é o caso da Passagem da Conceição.

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