podem sofrer elevação 15.06.2026 | 15h04
Reprodução
A CNI (Confederação Nacional da Indústria) listou cinco produtos ligados à área que poderão sofrer um salto de cobranças tarifárias caso os Estados Unidos optem por elevar taxas contra o Brasil.
As estimativas apontam itens sob risco de aumento de 10% para 37,5% em tarifas de exportação. Pela alta produção brasileira, o ferro-gusa não ligado indica que vai sofrer o maior risco financeiro.
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O tipo de ferro serve de base para a fabricação de aço e para produção de ferro fundido. Em 2024, ele foi responsáve por US$ 1,5 bilhão das exportações do Brasil aos Estados Unidos. A mudança afeta diretamente a indústria de Minas Gerais.
A lista de produtos passa ainda por açúcar de cana em forma sólida, sebo não comestível e alcool etílico não desnaturado. Além de molduras de madeira padrão de pinho, que alcança o setor madereiro.
Todos os produtos são vistos como de matérias-primas para o setor industrial. A projeção da CNI é de que um terço das exportações posam ser impactadas com aumento de tarifas. Negociações estão previstas até 15 de julho.
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Milho Disponível
R$ 66,90
0,75%
Algodão
R$ 164,95
1,41%
Boi à vista
R$ 285,25
0,14%
Soja Disponível
R$ 153,20
1,06%
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