DISPUTA AO GOVERNO 31.08.2026 | 13h56

pablo@gazetadigital.com.br
Montagem GD
Os programas eleitorais dos candidatos ao governo de Mato Grosso nesta segunda-feira (31) mantiveram as estratégias opostas na disputa pelo comando do estado dos primeiros programas. Além de buscarem dialogar com diferentes fatias do eleitorado, os discursos permaneceram entre a defesa do legado da atual gestão estadual, o apelo por maior sensibilidade social e o resgate do contato com o eleitor de base.
No programa veiculado pela campanha do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o foco principal é a continuidade administrativa e a aprovação dos serviços públicos essenciais. O programa defende que o Estado "não pode parar" e que é preciso "um gestor correto, honesto, competente".
A propaganda destaca avanços na saúde e na educação, ressaltando o investimento em "seis novos hospitais em construção" e a entrega do Hospital Central, além da expansão de programas sociais, como o auxílio para a conquista da "casa própria". Em fala gravada para o programa, Pivetta reafirma a "responsabilidade de transformar Mato Grosso no melhor estado desse Brasil para se viver".
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Em contraposição, o programa da médica Natasha Slhessarenko (PSD) adota um tom crítico ao modelo de gestão vigente. A candidata questiona o contraste econômico do estado e afirma que Mato Grosso "é um dos estados que mais produz riquezas no Brasil", mas "ainda assim, é um estado onde a maioria das pessoas é pobre".
Natasha busca diferenciar sua trajetória acadêmica e profissional dos políticos tradicionais, sustentando que "nosso futuro tem que ser diferente" e apontando a representatividade feminina ao destacar que "em toda a história de Mato Grosso, o governo nunca esteve nas mãos de uma mulher eleita".
Por sua vez, a propaganda do candidato Wellington Fagundes (PL) aposta na proximidade com o eleitor e no conhecimento das demandas locais. O candidato afirma ter percorrido o estado e ouvido "histórias de luta, de sofrimento e de esperança, mas também de sucesso".
Ao defender que "Mato Grosso é a nossa gente", Wellington posiciona o setor produtivo como pilar de desenvolvimento, destacando que "o agro vai continuar sendo a nossa força, mas será também a plataforma para o nosso ciclo de desenvolvimento". O programa inclui ainda depoimentos populares que o classificam como um político de "política humana" e de compromisso com a população.
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