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CONTRARIANDO BOLSONARISTAS 23.09.2026 | 15h30

Fagundes defende aumento do Bolsa Familia e beneficios sociais; 'tem gente passando fome'

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Fred Moraes e Aparecido Carmo

redacao@gazetadigital.com.br

João Vieira/ GD

João Vieira/ GD

Candidato ao governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL) defendeu o aumento do valor do Bolsa Família e afirmou ser favorável à distribuição de auxílios e benefícios para famílias que estejam em situação de vulnerabilidade. Segundo ele, o poder público precisa atuar para garantir condições mínimas à população, enquanto também cria oportunidades de emprego e qualificação profissional.


Em entrevista à imprensa, Fagundes lembrou que, durante a pandemia da covid-19, trabalhou pela elevação do auxílio. Segundo ele, diversas famílias passam necessidades e, por meio dos benefícios, conseguem pôr comida à mesa.


Leia também - Eleitorado do exterior é atendido de modo on-line pela Justiça Eleitoral

 

“Nesse momento em que está tendo pobreza no Brasil, crime organizado tomando conta, nós temos que cuidar do social. Na pandemia, votamos e trabalhamos duro para aumentar de R$ 300 para R$ 600. A oposição naquela época blefou, não queria. E o presidente Bolsonaro foi lá firme. Foi essa a atitude nossa quando éramos governo. E nós queremos que aumentem mais as pessoas que estão precisando, inclusive, do salário mínimo”, explica.


O candidato ainda citou o estado como um exemplo de desigualdade social e a falta de suporte do poder Executivo.
“Numa situação, principalmente como a Baixada Cuiabana em Mato Grosso, um estado tão rico, tem mais de 500 mil pessoas passando necessidade em regime de pobreza, essas pessoas precisam de ajuda”, emendou.


Questionado se é favorável à distribuição de auxílios e benefícios pelo governo, Fagundes respondeu positivamente e que a medida deve alcançar quem realmente precisa.

 

A defesa de Wellington pelo aumento do benefício ocorre em meio a críticas de integrantes do campo bolsonarista à ampliação do Bolsa Família pelo governo Lula. O senador e candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL), questionou o reajuste anunciado, que elevou o valor mínimo de R$ 600 para R$ 691, e classificou como inadequado o momento da medida, às vésperas das eleições. O caso foi levado à Justiça Eleitoral.

 

 

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