dia do futebol 19.07.2023 | 18h25

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Rovena Rosa/Agência Brasil
Nesta quarta-feira (19) é celebrado do Dia do Futebol e, mais que uma prática esportiva, a modalidade alimenta amor no coração dos torcedores, movimenta a economia, une pessoas e promove momentos de diversão enquanto torcem pela equipe escolhida.
Esporte chegou ao Brasil no final do século XIX e, com a ascensão do futebol no país, cresceu também a quantidade de torcedores. Alguns deles são tão fervorosos que dedicam a vida para acompanhar seu time.
Alguns aficionados contaram ao
a origem da paixão pelo time e como é a relação com o clube, além de experiências marcantes com o time.
Matheus Queiroz, de 23 anos, é fanático pelo Cuiabá. Ele conta que sua família toda torcia para o União, já que eram todos de Rondonópolis, mas como ele nasceu na Capital, escolheu a equipe cuiabana para se apaixonar.
“O amor pelo futebol veio de vô para pai, e de pai para filho. Minha família era a mais fanática torcedora do União. Ia em todos os jogos. Como eu nasci aqui, e não em Rondonópolis, escolhi o Cuiabá e segui o mesmo caminho”, conta.
Matheus narra que para tudo que esta fazendo para assistir aos jogos e que nunca perde uma partida na Arena Pantanal.
“Minha relação com o clube é igual casamento. Na alegria e na tristeza, mas sempre juntos. Deixo de fazer qualquer coisa para ir em todos os jogos, e isso é desde criança. É algo sagrado para mim”, explica.
Ele conta que sua experiência mais marcante com o Cuiabá foi a ida até Rio Branco para assistir Atlético-AC x Cuiabá, jogo em que o Dourado garantiu o acesso para a série B do Campeonato Brasileiro.
“Sai daqui de Cuiabá e fui para Rio Branco, no Acre, para ver o jogo do Cuiabá pela Série C de 2018. Fui em uma sexta-feira, cheguei na segunda lá, no dia do jogo, e só cheguei em Cuiabá na quarta-feira.”
Ygor Vinicius, 34, revela que é são paulino desde que nasceu e que o sentimento pelo time é tão único que jamais se acabará.
“Desde quando eu nasci veio a paixão pelo São Paulo Futebol Clube, minha relação com o clube é única, o time é um sentimento que jamais acabará. Eu deixo de sair para assistir aos jogos, e de duas a 3 vezes ao ano, eu vou ao Morumbi.”, conta.
"Minha maior experiência com o clube foi a classificação para final da sul-americana no ano passado. São Paulo precisava ganhar de 3 gols de diferença para levar para os pênaltis e classificar para final. A outra foi esse ano, com a grande vitória em cima do Palmeiras, em um Morumbi lotado com 60 mil pessoas. Estive presente nas duas decisões e estou pensando em ir mais uma vez, caso o São Paulo chegue na final da Copa do Brasil", conta.
Cuiabana, Jessica Saraiva, 31 anos, afirma que não sabe explicar de onde veio o amor pelo Corinthians, já que ninguém da família torcia para o time e hoje ela, o irmão e a mãe são loucos pelo clube.
“Eu sempre gostei muito de futebol, jogava na escola e sempre acompanhava. Na minha família, ou você torcia para o Flamengo, ou para o Vasco. Mas, quando eu assistia aos jogos, meu coração não disparava, e ainda quando criança eu comecei a acompanhar o Corinthians. Foi aí que surgiu uma paixão que eu arrepio só de falar. Eu não sei explicar de onde vem, ser corintiana é algo que transcende a razão, a emoção”, conta.
Como uma boa corintiana, Jessica revela que a relação pelo clube é de altos e baixos, mas que nunca deixa de acompanhar o time mesmo quando está de plantão na UTI Neonatal.
“A minha relação com o clube é de amor e ódio, quando o time perde eu falo que nunca mais vou assistir aos jogos, mas depois de 3 dias eu já to me organizando para assistir de novo. Eu acompanho o time sempre que posso, já fui na Neo Química Arena diversas vezes. Eu sou apaixonada pelo Corinthians, às vezes quando tem um jogo decisivo eu tento trocar meu plantão para conseguir assistir, ou se eu to de plantão eu pego meu telefone e dou um jeito de assistir (sic)”, brinca.
Com sua paixão desde muito nova, ela conta que só conseguiu assistir o Corinthians de perto aos 17 anos. Pediu para a mãe de presente a participação na caravana e ir assistir o time. Mesmo com o resultado não muito agradável, a experiência que ela vivenciou a marcou para sempre.
“Em 2008, na série B, eu fui assistir o Corinthians lá em Goiânia contra o Vila Nova.Time estava invicto e montaram uma caravana para assistir o jogo lá. Eu pedi para minhã de presente, porque ainda não tinha 18 anos, aí minha mãe conversou com eles e eu fui. Foi o primeiro jogo do Corinthians que assisti na minha vida em um estádio, foi uma emoção que eu não consigo mensurar”, conta
“Até então o time estava invicto e foi a primeira derrota. Foi 2x1 pro Vila. Me chamaram de era pé-fria, mas foi a primeira maior experiência que eu tive com o Corinthians de perto, de estar no meio da torcida, de sentir a emoção, de ver o bandeirão subindo.”
Jessica conta que ela e o irmão são apaixonados pela equipe e que está prestes a ser tia de um menino. Assim, o nome do bebê não podia ser outro.
“Meu irmão também é corintiano roxo e descobriu que vai ser pai. No último domingo foi o chá revelação, e eu só tive a confirmação porque sabia que seria menino. O nome dele vai ser Cássio em homenagem ao maior goleiro e maior jogador da história do Corinthians. Então o amor pelo time foi despertado porque tinha que ser”, finaliza.
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