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veja como ajudar 01.06.2023 | 13h33

Desempregado, engenheiro venezuelano pede ajuda para validar diploma no PR

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Vanessa Araujo - Especial para o GD

redacao@gazetadigital.com.br

Chico Ferreira

Chico Ferreira

Jeeferson Eduardo Chirinos, 36, deixou a Venezuela há 3 anos em busca de uma vida melhor no Brasil. No entanto, sua jornada tem sido repleta de dificuldades desde que deixou o país natal. Atualmente, ele pede ajuda nas ruas de Cuiabá para revalidar o diploma de Engenharia Elétrica, em Curitiba, ou voltar para o país. O pix solidário é realizado e as doações podem ser feitas pela chave (92) 995287600.

 

Há um ano e meio em Cuiabá, Jeeferson contou em entrevista ao que sua vida não tem sido nada fácil, isso porque não consegue um emprego, seu grande objetivo desde que saiu da Venezuela.

 

Antes de Cuiabá, Jeeferson morou em Manaus, onde viveu por um ano e meio também e trabalhava em uma empresa de consertos eletrônicos. Com a chegada da pandemia, o dono do estabelecimento faleceu e o espaço foi fechado. Sem emprego, ele decidiu vir para Mato Grosso tentar a sorte.

 

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Formado em Engenharia Eletrônica na Venezuela, Jeeferson disse que deixou seu currículo em inúmeras empresas e que, apesar do setor de recursos humanos elogiar suas referências, nunca houve retorno.

 

Apesar de todos os problemas que têm enfrentado, Jeeferson conseguiu uma vaga para fazer o revalida de seu diploma na Universidade Federal do Paraná (UFPR), mas, sem dinheiro, não sabe se conseguirá chegar até 20 de agosto para o teste. Em consulta ao portal do Ministério da Educação (MEC) a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) não consta como credenciada para o revalida.

 

Ao , o venezuelano disse que já não aguenta mais a situação que tem vivido no Brasil, principalmente em Cuiabá, onde afirma ter sido destratado por parte de servidores do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Para sobreviver e seguir para o Paraná, o venezuelano tem pedido auxílio na avenida Tenente Coronel Duarte. Para ele, existem duas opções: voltar para seu país natal ou ir para o Paraná. Ele pede ajudas por meio de contribuições pelo seu pix ou uma carona até pelo menos Porto Velho (1.459,3 km de Cuiabá) para seguir para a Venezuela.

 

Sozinho no Brasil, ele afirmou não ter com quem contar, uma vez que sua família também tem passado por dificuldades na Venezuela.

 

“Eu não tenho com quem dizer ‘olha, me apoia aqui, me manda, não tenho’, estou sozinho aqui”, declarou

 

“Quem puder me ajudar a voltar a minha terra, de carona, também gostaria de fazer meu revalida, alguma das duas opções, porque estou passando muito atrito mental”, disse.

 

Por enquanto, o imigrante está morando em uma quitinete que aluga pelo valor de R$ 250,00 no bairro São Roque, em Cuiabá.

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Comentários

JEEFERSON EDUARDO CHIRINOS MARANA - 24/07/2024

A esquerda virou uma bagunça toda nossa latinoamérica.. infelizmente passou por nosso país um governo errado. Esse governo financiou a campanha de lula da Silva no Brasil e agora vc estão sentindo agora, de novo, os ventos do chulé socialista. O que nós estamos procurando e uma oportunidade para poder sustentar nossa família, trabalhando. Nós todos merecemos avançar em base a nosso trabalho e ponto. Assim funciona a vida toda. Trabalho e recompensa.

JOAO BOSCO - 11/01/2024

SE LULA FOSSE O PRESIDENTE DA VENEZUELA O POVO VIVIA FELIZ E O QUE FALTA LA E UM GOVERNO HUMANO

Benedito da costa - 01/06/2023

Isso sim chamo de descaso, falta de respeito, com o ser humano. O cara formado, veio de um País rico em Petróleo e pobre a sua população. Isso é os efeitos da ditadura, da corrupção da falta de Deus no coração dos governantes, do socialismo que ainda querem implantar no Brasil.

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