cobrança desproporcional 17.11.2023 | 14h20

redacao@gazetadigital.com.br
Reprodução
Letícia Gabriele Pereira dos Santos, 28, moradora do Residencial Nova Canaã, em Cuiabá, teve a luz de sua casa residência cortada na quinta-feira (16), após receber 3 faturas acima de R$ 900. Além de perder alimentos doados que estavam na geladeira, ela teve que dormir com seus 4 filhos, um deles deficiente, na varanda de casa por conta do calor intenso que faz na Capital.
A moradora contou ao
que faz parte do programa de baixa renda da empresa de energia, tendo receita mensal de R$ 400, além de R$ 1.320 reais do Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) destinado a pessoas com deficiência. Seu filho de 7 anos tem o diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Transtorno Opositor Desafiador (TOD) e Epilepsia.
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Diante da fatura muito acima do valor consumido costumeiramente, Letícia solicitou que uma equipe da Energisa fosse até sua casa, para realizar uma nova medição do uso. No mês de agosto, a conta teve aumento de R$ 600 e seguiu acima de R$ 900 em setembro e outubro. Ela também afirmou que procurou a empresa e foi informada que nada poderia ser feito.
"Eles me disseram que meu consumo era esse mesmo, e que nada poderia ser feito", disse a moradora.
Conforme a moradora, no mês de julho sua conta também chegou com um valor superior a R$ 600, mas que a Energisa identificou o erro na medição e corrigiu o valor. Contudo, sem ter a demanda atendidas nos meses seguintes, ela levou o caso até o Procon, onde também não teve sucesso, sendo orientada a buscar a Defensoria Pública do Estado.
Segundo Letícia, o defensor público solicitou seus dados e de sua residência e assegurou que sua luz não seria cortada. Porém, ela teve o fornecimento cortado na quinta-feira.
"Eu só quero minha luz de volta, pelo meu filho. Não quero indenização!", afirmou Letícia.
Outro lado
O
entrou em contato com a assessoria da Energisa e foi informado que foi trocado o transformador da casa da cliente e que os valores estão corretos. Pontuou que pode haver algum problema interno, com equipamentos e eletrodomésticos, para a elevação considerável do uso de energia elétrica.
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João Batista - 17/11/2023
É revoltante o que estão fazendo com essa família, cadê a assistência social para intervir por essas crianças, estamos vivendo um calor infernal, e por causa da porra do dinheiro maldito, irão deixar essas crianças sofrendo.
1 comentários