TIROS NO CENTRO COMUNITÁRIO 17.08.2026 | 10h42

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Reprodução
Jonathan Vieira dos Santos, 33, foi indicado por homicídio qualificado pelo crime cometido contra o policial militar e instrutor das artes marciais, Renato Olivieira Aragão, no começo do mês, em um centro comunitário de Várzea Grande. O crime foi cometido após Jonathan descobrir que Renato tinha um caso com a sua esposa.
Conforme a Polícia Civil, o investigado foi indiciado por homicídio qualificado pelo emprego de meio cruel e por recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. A pena prevista para o crime varia de 12 a 30 anos de prisão.
O crime ocorreu quando a vítima, que atuava como instrutor de jiu-jitsu em um projeto social, foi surpreendida pelo suspeito. Armado, Jonathan teria chegado ao local e efetuado diversos disparos contra a vítima.
Mesmo ferida, a vítima foi socorrida por uma equipe da Polícia Militar e encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Cristo Rei. No entanto, não resistiu aos ferimentos e morreu.
O suspeito foi preso em flagrante logo após o crime e levado para a DHPP. Posteriormente, a prisão foi convertida em preventiva pela Justiça.
Durante o interrogatório, Jonathan permaneceu em silêncio. Segundo a Polícia Civil, porém, os elementos reunidos ao longo da investigação confirmaram a autoria e apontaram que o crime teria sido praticado de forma isolada.
A arma utilizada no homicídio, conforme as investigações, pertencia ao próprio suspeito, que mantinha a posse irregular do armamento havia vários anos.
Motivação passional
Depoimentos de testemunhas e de pessoas que tinham vínculo com a vítima e o investigado apontaram que o crime teria sido motivado por ciúmes e questões passionais.
Segundo a Polícia Civil, a vítima mantinha um relacionamento amoroso com a companheira do suspeito. O envolvimento teria durado mais de dois anos, marcado por períodos de términos e reatamentos.
A investigação também apontou que o suspeito teria agido sozinho na execução do homicídio. A Polícia Civil ainda aguarda os resultados dos laudos de balística relacionados à arma utilizada no crime, além de exames complementares.
Com a conclusão das diligências, o inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário. Jonathan permanece preso preventivamente e ficará à disposição do Ministério Público, que deverá analisar o caso e decidir sobre eventual oferecimento de denúncia.
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Elizangela - 17/08/2026
Envolveu com a Mulher do Cara Errado.....Homem que Homem não ia deixar Barato.....
1 comentários