Deu em A Gazeta 26.08.2020 | 07h28

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Tchélo Figueiredo/Secom
Cápsula de munição que matou Isabele Guimarães Ramos, 14, foi retirada da cena do crime pelo irmão da autora do disparo. Depoimentos reforçam alteração na cena do homicídio ocorrido na noite de 12 de julho e laudo pericial concluiu que houve “descaracterização” do local, o que prejudica a avaliação sobre a posição do atirador. A retirada da pistola Imbel 380, guardada em outro cômodo da casa logo após o fato, também foi relatada por peritos oficiais.
Em depoimento, policiais militares que foram à ocorrência e ficaram responsáveis pelo isolamento do local do crime afirmam que a cápsula da pistola foi entregue aos peritos pelo advogado da família, que já estava no local quando eles chegaram. O profissional, por sua vez, teria recebido o material do irmão da atiradora.
Policiais militares confirmaram que, ao fazerem o isolamento do acesso ao piso superior do sobrado, estava lá o advogado da família do empresário Marcelo Cestari. Seria ele quem estava de posse da cápsula da munição que matou a adolescente. Foi orientado pelos policiais a entregar o material aos peritos que haviam chegado.
A versão da adolescente de 14 anos, autora do homicídio, a respeito de onde deixou as duas armas que estavam no case após o fato entra em choque com o depoimento de seu irmão, o primeiro a chegar ao local depois do disparo. Ele declarou à Polícia Civil que, ao entrar na suíte, as duas armas estavam sobre uma escrivaninha que existe no quarto.
Já a jovem, em depoimento 2 dias após o crime, disse que, logo depois de efetuar o disparo acidental que atingiu o rosto da amiga quando saía do banheiro, saiu do local com a caixa contendo as duas armas. Ela disse ter ido ao ao closet do quarto dos pais para guardar os artefatos, de onde foram entregues aos peritos dentro do case. Já a versão do irmão foi reforçada durante a reconstituição simulada da morte, na noite de 18 de agosto.
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