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LEVADO PELA ÁGUA 09.10.2019 | 07h40

Corpo de enfermeira foi encontrado em córrego sem cabeça e sem o braço

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Guilherme Araújo/SóNotícias

Guilherme Araújo/SóNotícias

Corpo de Zuilda Correia Rodrigues, 43, foi encontrado sem a cabeça e um dos braços. A Perícia Oficial e de Identificação Técnica (Politec) acredita que o corpo foi levado pela água das chuvas até o córrego onde foi encontrado, mas passando pelo canal de tubulação de onde foi escondido pelos autores do crime.

 

Como foi divulgado pela equipe de investigação e resgate, que envolve as policiais Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, um dos autores do crime, o soldado da PM Marcos Vinícius Pereira Ricardi, 26, o corpo da enfermeira foi jogado dentro de um bueiro. 

 

Leia também - Policial afirma que objetivo era dar 'susto' em enfermeira

 

O local possui várias tubulações que têm como fim, um córrego, cerca de 700 metros já dentro da mata fechada. A perícia acredita que ele tenha sido arrastado por cerca de 1,5 km desde o local onde foi jogado.

 

“A gente acredita que o corpo tenha sido arrastado pela água das chuvas que caíram na região até o córrego. E como tem várias entradas e saídas, pode ter sofrido as retaliações pelo caminho. Além disso, já estava em estado avançado de decomposição”, disse uma das fontes ouvidas.

 

Apesar dos membros não estarem junto ao corpo, eles foram encontrados próximos e recolhidos pela Politec e encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML).

 

Marido foragido

Ronaldo da Rosa, 32, é apontado pela Polícia Civil como um dos autores do crime. Conforme depoimento do soldado preso, que está em processo de demissão da PM, e atuava no espetinho da família, ele foi o responsável em matar a esposa. 

 

Na versão relatada à polícia, ele conta que a esposa ficou em casa por volta das 19h do dia 27 de setembro e ele voltou para o espetinho, que fica na região central da cidade. Zuilda deveria ir até o local para trabalhar, mas não apareceu.    

 

Ele retornou em casa às 20h e não encontrou a mulher, imaginando que ela poderia estar na igreja. Quando voltou do trabalho, já no fim do expediente, flagrou o carro dela na porta de casa, mas ela não estava no local.    

 

Ao abrir o veículo, percebeu que havia marcas de sangue na lateral da porta e que havia ainda, cabelos espalhados pelo carro. Apesar das evidências, o boletim de ocorrência de desaparecimento só foi realizado na manhã de sábado (28). 

 

Ronaldo encontra-se foragido desde que a polícia chegou ao comparsa, Marcos Vinícius. Uma força-tarefa faz buscas pelo homem.

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