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operação autoimune 17.11.2022 | 13h10

Empresário comprava e vendia remédios importados do Paraguai; alguns eram falsos

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Vithória Sampaio

redacao@gazetadigital.com.br

Vithória Sampaio

Vithória Sampaio

Um empresário cuiabano, que não teve seu nome divulgado, foi preso na Operação Autoimune deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã de quinta-feira (17), em Mato Grosso e outros 5 estados. Ele não tinha autorização para vender medicamentos e já praticava a atividade ilegal há 10 meses, movimentando mais de R$ 4 milhões.

 

Atuando sozinho em Cuiabá, o empresário era responsável por encomendar o medicamento no Paraguai, com ajuda de moradores locais. Depois, as encomendas eram transportadas de Pedro Juan Caballero até Campo Grande (MS) ou diretamente para a Capital mato-grossense. Além de conseguir intermediários para movimentar o comércio varejista dessas substâncias para nível nacional.

 

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O delegado Sérgio Sadao Mori, responsável pela ação, explicou que o investigado tinha duas empresas em seu nome e nenhuma possuía autorização para funcionamento. 

 

"Os medicamentos eram de origem estrangerias e não podiam ser produzidos aqui. Outro ponto é que alguns medicamentos eram falsos, o que pode causar diversos danos à população que os utiliza, outras eram licitas, mas não foram devidamente auditadas", pontuou.

 

Ainda segundo o delegado, a organização criminosa aproveitou a escassez de alguns medicamentos no território nacional para importar e comercializar irregularmente as substâncias.  Entre os produtos estavam testes e contrastes, que chegaram a ser distribuídos para clínicas e hospitais públicos.

 

O empresário responderá pelos crimes de contrabando, associação criminosa e pode cumprir até 23 anos de prisão. As investigações continuam e uma terceira operação não está descartada. 

 

Além de Cuiabá, mandados também foram cumpridos em Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Ao todo, são 32 de busca e apreensão e um de prisão preventiva, a maioria de pessoas jurídicas. 

 

Nome da operação

O nome da Operação deve-se ao emprego dos medicamentos importados no tratamento de diversas doenças autoimunes, ou seja, patologias nas quais o sistema imunológico ataca células saudáveis, levando ao desenvolvimento dos mais variados sintomas.

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