profundamente abalada 14.04.2026 | 17h32

maria.klara@gazetadigital.com.br
Reprodução
A mãe de Júlia Vitória do Prado da Silva, de 20 anos, assassinada a facadas em Tapurah (433 a Médio-Norte), publicou um vídeo nas redes sociais em que aparece profundamente abalada ao falar sobre a perda da filha.
Em um desabafo emocionado, Marilice da Silva relatou a dor de lidar com o luto e o vazio deixado pela jovem. “O que eu vou ficar fazendo aqui na terra sabendo que nunca mais vou abraçar minha filha? Nunca mais vou beijar minha filha”, disse. Em outro trecho, completou: “Meu coração era dividido em quatro pedaços. Agora tem três pedaços”.
Muito abalada, ela afirmou que ainda não consegue aceitar a morte da filha e descreveu a sensação de perda como algo irreparável. Apesar disso, disse que tenta se manter firme por causa da família. “Eu tenho um Deus maravilhoso que me segura e me sustenta. E eu tenho a irmã da Júlia para cuidar. Então eu não posso me abalar”, declarou.
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A mãe também não conseguiu comparecer ao velório da filha, realizado na segunda-feira (13), devido a dificuldades financeiras. Júlia foi sepultada no mesmo dia.
O caso
Júlia Vitória foi morta na sexta-feira (10), em Tapurah. O principal suspeito é um homem de 75 anos, que confessou o crime, segundo a Polícia Civil. Outro suspeito, de 66 anos, foi preso e é investigado por ajudar a ocultar o corpo da vítima. Ambos tiveram a prisão preventiva decretada.
A jovem trabalhava como atendente para sustentar o filho, que completou 4 anos nesta semana.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que abriu o inquérito para investigar as causas da morte. Também está sendo investigada a relação entre Júlia e o suspeito do crime.
Por enquanto há muitas versões circulando e há muita especulação, porém só com o fim do inquérito as perguntas serão respondidas.
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