16 prisões 20.05.2025 | 07h12

redacao@gazetadigital.com.br
Divulgação/PJC
Equipes da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) estão nas ruas de Cuiabá e Várzea Grande, na manhã desta terça-feira (20), cumprindo 98 ordens judiciais contra investigados por tráfico de drogas, associação ao tráfico e lavagem de dinheiro. Conforme a Polícia Civil, foi descoberto um esquema complexo de distribuição de drogas.
Ao todo, são 16 ordens de prisão, 48 de busca e apreensão e 34 bloqueios de contas bancárias. Foi descoberto que a droga vinha da fronteira, em Cáceres e era distribuída por Cuiabá e Várzea Grande, atingindo diversas camadas sociais da região.
Além de Cuiabá e Várzea Grande, há alvos em Sinop, Cáceres e em Londrina (PR).
Investigações
A operação tem como base o avanço das investigações da Operação Maximus 2, já concluída, com indiciamento de 19 investigados por crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico e também de lavagem de capitais praticados por uma organização criminosa.
Com o levantamento de novos elementos probatórios, foi possível identificar que um dos alvos investigados se associou a outros envolvidos (até então não identificados) para o cometimento de tráfico de drogas e associação ao tráfico de drogas.
Com o encontro de provas em relação a terceiros não abrangidos na investigação inicial, foi descoberto um complexo e recorrente sistema de distribuição de drogas, com reiteração criminosa, e envio de drogas da fronteira (Cáceres) para distribuição na cidade de Cuiabá e Várzea Grande.
As investigações levaram a identificação de transportadores das drogas e traficantes locais, que adquiriam e revendiam os entorpecentes abrangendo várias camadas sociais em Cuiabá.
Durante as investigações e levantamentos foi realizada a interceptação de uma carga de drogas do grupo criminoso. Na ocasião, foi preso em flagrante um casal com 23,57 quilos de maconha.
Lavagem de dinheiro
Segundo as investigações, o grupo criminoso movimentava expressivos valores por meio de contas de "laranjas", utilizava aplicativos para repasse de entorpecentes e mantinha um esquema de ocultação patrimonial com a utilização de pessoas interpostas.
As investigações continuam com análise do material apreendido e rastreamento dos ativos financeiros bloqueados.
Nome da operação
Personal faz referência à prática dos crimes de tráfico somente entre pessoas de confiança dos investigados e com indicação, aliada à atividade secundária do alvo principal.
A operação está dentro da Operação Inter Partes, que integra o planejamento da Polícia Civil de Mato Grosso para enfrentamento ao crime organizado, dentro do Programa Tolerância Zero do Governo para combate à atuação de facções criminosas no Estado.
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