UM ESTÁ FORAGIDO 07.03.2025 | 11h32

yuri@gazetadigital.com.br
João Vieira
Policiais militares alvos da Operação Office Crimes – A Outra Face, que investiga o assassinato do advogado Renato Nery, em Cuiabá, estão presos em batalhões diferentes. Um dos investigados continua foragido da Polícia Civil.
Conforme as informações repassadas ao
, o cabo PM Wailson Alesandro Medeiros Ramos está na sede do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Ele é ex-segurança do governador Mauro Mendes.
O soldado Wekcerlly Benevides de Oliveira está preso na sede do Batalhão Ambiental. Já o terceiro sargento Leandro Cardoso está na Força Tática de Várzea Grande. Por fim, Jorge Rodrigo Martins está na Força Tática de Cuiabá.
Alex Roberto de Queiroz Silva, caseiro de uma chácara usada pelos policiais e amigo do sargento Heron Teixeira Pena Vieira, está preso no Complexo Penitenciário Ahmenon Lemos Dantas, em VG. Já Heron é considerado foragido.
Operação
Deflagrada pela Delegacia de Homicídios (DHPP), a operação conseguiu prender 5 pessoas. Um policial está foragido, trata-se de Heron Teixeira Pena Vieira. Investigadores foram até a casa dele e foram informados que ele “saiu para pescar” durante a madrugada.
Além dos mandados de prisão, os policiais cumpriram buscas e apreenderam a arma utilizada para matar Nery, bem como a motocicleta usada na fuga do assassino.
Renato Nery morreu aos 72 anos, atingido por disparos de arma de fogo no dia 5 de julho do ano passado, na frente de seu escritório, na capital. O advogado foi socorrido e submetido a uma cirurgia em um hospital privado de Cuiabá, mas foi a óbito horas após o procedimento médico.
Desde a ocorrência do homicídio, a DHPP realizou inúmeras diligências investigativas, com levantamentos técnicos e periciais, a fim de esclarecer a execução do profissional. As investigações da DHPP apontam a disputa de terra como a motivação para o homicídio de Renato Nery.
Primeira fase
Em novembro de 2024, a DHPP cumpriu 5 mandados de buscas em endereços residenciais e comerciais dos investigados nas cidades de Cuiabá e Primavera do Leste.
As medidas cautelares foram expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais de Cuiabá (Nipo), após representação da delegacia especializada.
As buscas são um meio de obtenção de provas para apurar a participação dos investigados pelos delitos de homicídio qualificado e organização criminosa. (Com assessoria)
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Paulo - 07/03/2025
O PMMT que está foragido ja tinha sido condenado e ainda tava na ativa, vergonha vergonha, tão manchando a gloriosa com esse tipo de militar, tem que ser exonerado, sem salário, a população não e obrigado a pagar salário de desse meliante, o sujeito tem um salário de 12.000 e ainda fazia coisa erra, exoneração já
1 comentários