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'VAI TRABALHAR, VAGABUNDO!' 15.04.2020 | 12h20

Polícia encontra empresário, que reconhece erro e se diz arrependido

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Reprodução

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Adonias Correia de Santana e Hildebrando José Pais dos Santos, empresários envolvidos na agressão contra Anderson Luis da Silva Zahn, 25, que vive em situação de rua em Sinop (500 km ao Norte de Cuiabá), foram interrogados e liberados na tarde de terça-feira (14), pela Polícia Civil. 

 

As informações são da assessoria de imprensa da Polícia Civil, que informou ainda, que ao delegado Carlos Eduardo Muniz, os agressores disseram que o ato foi um erro e que estão arrependidos. O inquérito de injúria real será encaminhado à Justiça nos próximos dias.

 

Com família em Sinop, Anderson é dependente químico e vive nas ruas da cidade como pedinte, com o dinheiro se alimenta e também sustenta o vício. No dia do crime, ele estava com um cartaz com a frase "estou com fome, você pode me ajudar", no cruzamento de duas avenidas da cidade no momento em que foi abordado pelo suspeito, que estava no banco do carona de uma caminhonete Hilux.

 

Leia também - Irmãos de criação tinham relação íntima com bancário e mataram para roubá-lo

 

No vídeo, Adonias aparece dando R$ 20 ao rapaz e em seguida, pergunta se a situação está dificil por conta da paralisação na cidade. Ele pega o dinheiro e relata como tem sido complicado.

 

A vítima acredita que se tratava de uma boa ação, percebe que estava sendo gravado pelo motorista da caminhonete, que é Hildebrando, em seguida, Adonias oferece mais dinheiro. Quando ele se aproxima do carro, recebe um tapa na cara. "Vai trabalhar, vagabundo", diz Adonias, que é madeireiro na região e ex-tesoureiro do Partido Social Liberal (PSL).  

 

Todas as provas levantadas pela polícia serão encaminhadas, junto com o inquérito do caso, para a Justiça. Um advogado da cidade, que se sensibilizou com o caso, está promovendo a defesa de Anderson, que está internado em uma clínica de reabilitação em Cuiabá desde o último sábado (11), uma ajuda patrocinada pelo ex-jogador Juninho Pernambucano, também tocado pelo caso.

 

Vale ressaltar que o advogado de Sinop chegou à vítima através de alunos do curso de Direito. Ele não foi contratado por Juninho Pernambucano e também não está recebendo nada pelo trabalho. Além disso, não está fazendo nenhum ‘cota virtual’ ou promoção para arrecadar dinheiro para ajudar Anderson.

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