14 ANOS APÓS O CRIME 26.05.2026 | 08h41

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Vithória Sampaio
Rogério da Silva Amorim, condenado a 20 anos por mandar matar Maiana Mariano Vilela, de 16 anos, em 2011, chegou em silêncio na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Ele foi condenado em um júri popular no ano de 2016, porém, depois de uma semana preso, conseguiu um habeas corpus.
A nova prisão teve como base um novo mandado de prisão, que foi expedido no ano passado, ou seja, quase 10 anos após a sua condenação.
O caso
Maiana Mariano foi morta por asfixia no dia 21 de dezembro de 2011. Porém, os restos mortais dela só foram encontrados no dia 25 de maio de 2012, enterrados em uma chácara na região da Ponte de Ferro, no Coxipó do Ouro, em Cuiabá.
Segundo o processo, o crime foi cometido por Paulo e Carlos Alexandre, que teriam sido contratados por R$ 5 mil.
Rogério e a esposa Calisangela Moraes de Amorim seriam os mandantes, motivados por um relacionamento extraconjugal entre ele e a adolescente.
No dia do crime, a vítima teria ido até o banco descontar um cheque de R$ 500 a mando do empresário e foi instruída a levar o dinheiro ao chacareiro, que estaria esperando ela no local onde foi morta.
Na época, ela pilotava uma motocicleta, presente que ganhou de Rogério.
Rogério Silva Amorim, mandante do crime, que foi condenado a 20 anos de prisão, e Paulo Ferreira Martins, executor, a 18 anos.
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