DESVIOS NA EDUCAÇÃO 03.09.2020 | 07h37

redacao@gazetadigital.com.br
Michel Alvim/Sicom
Atualizada às 09h21 - Procurador-geral do município de Cuiabá, Marcus Brito, deixou o cargo após ser alvo da segunda fase da Operação Overlap, deflagrada na manhã desta quinta-feira (3), para investigar contratação de empresa ligada ao ex-secretário de Educação, Alex Passos.
Segundo as informações da assessoria da Polícia Civil, 4 mandados estão sendo cumpridos em decorrência da investigação da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (DECCOR) e Grupo de Combate ao Crime Organizado (GCCO), em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual.
As ordens judiciais foram deferidas pela juíza Ana Cristina Silva Mendes, da 7ª Vara Criminal da Capital. As novas diligências são desdobramentos da primeira fase da operação - ocorrida em junho deste ano.
Participam da operação dois membros do Gaeco, seis delegados da Polícia Civil e 20 policiais das unidades envolvidas.
O nome Overlap indica a sobreposição de itens licitados, pois as investigações apontaram duplicidade nas licitações identificadas, fazendo com que o município pagasse duas vezes pelo mesmo serviço.
Em nota encaminhada à imprensa, a Prefeitura de Cuiabá confirmou o afastamento do procurador. Além disso, afirmou que irá prestar todas as informações necessárias para a conclusão do inquérito.
Nota de Esclarecimento
"A Prefeitura Municipal de Cuiabá informa que afastou, a pedido, o procurador geral do município, Marcus Brito. Na manhã de hoje (3/9), a sede da Procuradoria é alvo de cumprimento de mandado de busca e apreensão em ação da Polícia Civil e do Ministério Público de Mato Grosso.
Reitera ainda o seu compromisso com a lisura e transparência na gestão pública e irá prestar todas as informações necessárias para conclusão de inquérito policial".
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