LGBTS SÃO ALVO 10.05.2026 | 17h40

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Chico Ferreira/ GD
O vereador Rafael Ranalli (PL) apresentou um projeto de lei para proibir que bandeiras que não tenham sido definidas como símbolos oficiais sejam usadas em escolas públicas e particulares da Capital. Ainda não há data para que a proposta seja analisada pelo plenário da Câmara Municipal.
“Eu sou a favor da Escola Sem Partido para não ensinar ideologia e principalmente a questão da proteção das nossas crianças. Acho que sexualidade não deve ser debatida. Tem esse viés, sim, porque eu não quero bandeira LGBT dentro das escolas, isso é óbvio. Essa é uma discussão que parte depois da adolescência, na idade ideal”, disse à reportagem do
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“São pautas que eu costumo defender mesmo, do conservadorismo e aí também já é uma forma de a gente defender os valores nossos, arraigados, oficiais. A bandeira do Brasil, de Mato Grosso, a bandeira de Cuiabá mesmo que tem que ser mais divulgada do que essa aí mesmo que a gente vê em todo lugar, para evitar que tenha em escolas essa aí do arco-íris”, acrescentou.
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O projeto prevê a proibição do uso das bandeiras, que o parlamentar classifica como “ideológicas e identitárias” em qualquer ambiente dentro das unidades de ensino. Se aprovada, a medida deverá ser adotada por todas as instituições de ensino da cidade, sejam públicas ou particulares.
“A proposta não trata do conteúdo das aulas, nem impede debates pedagógicos. O foco é apenas a exposição permanente de bandeiras não oficiais dentro das unidades escolares”, ressaltou o vereador, que disse que acredita que a iniciativa terá apoio popular com base nas votações para presidente e prefeito.
Ranalli demonstrou otimismo com a tramitação do projeto e destacou a representatividade do campo conservador dentro do Legislativo cuiabano.
“Mas acredito que o clima é favorável, porque a proposta não persegue ninguém, não impede debate pedagógico e não ataca servidores. Ela apenas estabelece que, dentro das escolas, a exposição permanente seja reservada às bandeiras oficiais do Brasil, de Mato Grosso e de Cuiab”, concluiu.
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