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aliança pelo brasil 24.11.2019 | 13h30

Barbudo rebate críticas por logo feita de cartucho de balas

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Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

Responsável por ter divulgado a polêmica a logo da Aliança pelo Brasil, feita de cartuchos de bala com seu nome e símbolo, o deputado Nelson Barbudo (PSL) classificou tentativa de censura as críticas recebidas pelo que chamou "de obra de arte".

 

"Se uma obra de arte sofrer uma enxurrada de críticas da esquerda e da imprensa, então melhor acabar com a arte do país", disse ao .

 

Barbudo foi quem expôs o quadro fora do evento. Antes, o autor da obra, Rodrigo Camacho, tentou entregar o quadro para o presidente, no entanto sem sucesso, já que os assessores de Bolsonaro temiam que a imagem pudesse gerar polêmica.

 

"Eu conheço o Camacho e ele já fez inúmeras obras desse jeito. Reciclando os projéteis de balas de clubes de tiro. Ele ajuda o meio ambiente. É apenas uma obra de arte', explicou o parlamentar que disse que entregará pessoalmente para o presidente o quadro.

 

"Como ele não conseguiu entregar eu decidi ajudá-lo. A obra está no meu gabinete e vou entregar para o presidente No Palácio da Alvorada", completa.

 

Barbudo comparou a logo de balas do partido que o presidente Jair Bolsonaro pretende criar, com a charge de um jovem negro morto por um policial e um texto com o título “Genocídio da população negra”, que foi exposto em uma exposição dentro da Câmara dos Deputados e retirado por um deputado do PSL.

 

"Quer dizer que um cartaz mostrando um policial assassinando um jovem negro, tentando manchar a imagem dos policiais é arte, e esse quadro não? Qual o critério?", questionou.

 

O parlamentar acredita que o episódio é apenas uma falsa polêmica, e que a obra não indica que a nova sigla será segmentada apenas por militares.

 

Barbudo disse que aguardará as orientações do presidente Jair Bolsonaro para depois iniciar o processo de coleta de assinaturas para o Aliança pelo Brasil.

 

"O presidente que irá definir quem serão os presidentes estaduais do novo partido. Eu não preocupo com isso, se me escolher eu vou trabalhar para que este partido seja forte. Mas também se escolher outro vou trabalhar do mesmo jeito. Não tem nenhuma vaidade", garantiu o parlamentar.

 

Apesar disso, Nelson Barbudo ainda acredita que uma possível participação da nova legenda nas eleições de 2020, é muito remota. 'Ainda é uma incógnita. Depende do TSE definir como será a coleta de assinaturas. Se será Manuel ou eletrônico", lembrou.

 

Já o deputado estadual Sílvio Fávero (PSL) analisou o caso da logo de balas como um fato negativo. "Foi o único fato constrangedor. Não precisava disso. Essa decisão de expor a obra não partiu do presidente", pontuou.

 

Fávero também acredita que a imagem pode passar a impressão de que o novo partido seja de "cunho militar".

Já em relação a construção do Aliança, ele acredita que é preciso cautela na construção da nova sigla no Estado.

 

"Acho que quem deverá assumir a coordenação da construção no novo partido aqui deve ser quem não tem mandato. Porque se nós, filiados no PSL, começar a coletar assinaturas para um novo partido, podemos ser enquadrado com lo infiéis e perder o mandato", disse.

 

Delegado Claudinei (PSL), que também é deputado estadual, minimizou o impacto que a logo com balas do partido que o presidente pretende criar, causou.

 

"Aquele quadro mostra que o governo do presidente Bolsonaro está focado nas pautas de segurança pública. Também é uma forma de prestigiar os policiais que são a ponta dessa Polícia. Então não vi nenhuma polêmica na logo", disse.

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