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lavagem de dinheiro 23.04.2019 | 11h42

Empresário diz que postos de combustíveis são usados pelo CV

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Otmar de Oliveira

Otmar de Oliveira

O empresário do ramo de combustível, Aldo Locatelli, afirmou em seu depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito da Renúncia e Sonegação Fiscal da Assembleia Legislativa, nesta testa terça-feira (23), que as organizações criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC), usam postos de combustíveis em Mato Grosso para lavagem de dinheiro.

 

Ele é presidente do Sindipetróleo (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petroleo no Estado em Mato Grosso). De acordo com o empresário, o esquema ocorre na capital e no estado, através de "pelo menos 4 postos de combustíveis".
Ainda em seu depoimento, Locatelli disse ainda que o governo deixa de arrecadar cerca de R$ 425 milhões por ano por conta da diferença de preço para outros estados.

De acordo com o sub-relator para a questão dos combustíveis, deputado Carlos Avallone (PSDB), o presidente do Sindipetróleo, deixou claro que o Estado perde receita por conta da liberação de tanques de combustíveis de 1 mil litros, fazendo com que seja abastecidos em outros estados. A informação foi dada pelo Nelson Soares Júnior, diretor executivo do Sindipetróleo.

 

A próxima oitiva da CPI será com o secretário-chefe de Casa Civil, Mauro Carvalho, o procurador-geral do Estado, Francisco de Assis, o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, o secretário-adjunto, Fábio Pimenta, e o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda. Os depoimentos deverão ocorrer nesta quinta-feira (25).

 

Esta é a terceira edição da CPI para investigar Renúncia Fiscal e sonegação no Estado. Em 2014, o alvo foi a Cooamat (Cooperativa Agroindustrial de Mato Grosso (Cooamat), que tem o megaempresário Eraí Maggi (PP), como o principal cooperado.

Já entre 2015 e 2017 a CPI apontava R$ 1,7 bilhão de prejuízo para Mato Grosso entre renúncia e sonegação e pedia o fim de benefícios para várias empresas e ainda traz a sugestão de uma nova legislação de incentivos fiscais, que é conhecida como Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic).

 

A CPI da Sonegação e Renúncia Fiscal é composta pelos deputados Wilson Santos (presidente), Carlos Avalone (vice-presidente) Ondanir Bortolini, o Nininho (relator) e Max Russi e Janaína Riva (MDB).

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