Convocação de vistoria 15.06.2019 | 08h20

thalyta@gazetadigital.com.br
Bruna Maria/Câmara Cbá
Depois da decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) sobre a legalidade da rescisão do contrato com o consórcio VLT, agora é a vez do Estado lidar com a pressão da Câmara de Vereadores de Cuiabá pela retomada das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Para o presidente da Câmara, Misael Galvão (PSB), a população não pode abrir mão da obra, na qual já foram feitos muitos investimentos.
Os vereadores da Capital pretendem fazer uma inspeção aos vagões e trilhos que estão armazenados próximo ao aeroporto Marechal Rondon ainda em junho. “Vamos oficializar o convite para os vereadores de Várzea Grande, o Ministério Público, o Tribunal de Contas e os deputados. A gente não sabe como está a situação e vamos cobrar também o governo”, afirma o presidente da Câmara.
O VLT foi anunciado como salvação para o trânsito de Cuiabá e Várzea Grande, com edital lançado em 2012, mesmo ano de início das obras. A promessa era de que o modal ficaria pronto até a Copa do Mundo de 2014, no entanto em dezembro de 2014, com suspeitas de desvios, a obra foi paralisada. Nesse período mais de R$ 1 bilhão foi gasto para que o VLT circulasse, o que nunca ocorreu.
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“Muito dinheiro foi investido e o resultado é zero. Não dá para assistirmos de camarote e não fazer nada. A Câmara tem legitimidade e deve entrar nessa discussão. Pelo investimento que foi feito, a gente não pode abrir mão do VLT”, enfatiza Misael.
O presidente da Câmara enfatiza que as cidades sofrem até hoje com as consequências da paralisação da obra. “Os prejuízos estão para as nossas cidades. Até para o meio ambiente o VLT é a melhor opção. Quem não quer o VLT?”.
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