Publicidade

Cuiabá, Quinta-feira 09/04/2026

Política de MT - A | + A

13.02.2017 | 12h46

PP se une ao PMDB e PR e discute candidaturas

Facebook Print google plus

Partidos de oposição ao governador Pedro Taques (PSDB) começaram a discutir nesta segunda-feira (13) a possibilidade de uma ampla aliança para as eleições de 2018, quando estará em disputa a cadeira de governador, duas vagas ao Senado o que permite a indicação de quatro suplentes no total e mais as composições para Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados.

O bloco é formado pelo PMDB, PR, PT e PCdoB que já caminharam juntos nas eleições de 2014 e até mesmo legendas que compuseram o arco de aliança em favor do governador Pedro Taques nas eleições de 2014 como o PDT, PSC, PTB, PPS e ainda o PP, partido do atual ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi.

O presidente do diretório estadual do PP, deputado estadual Ezequiel Fonseca saiu em defesa de um novo projeto para Mato Grosso e criticou o desempenho da atual gestão estadual.

“Nós entendemos que Mato Grosso precisa de uma construção nova. O que está colocado foi ruim e a população não tem boas perspectivas para o futuro com o desempenho da atual gestão”, disse.

O presidente do diretório estadual do PMDB, deputado federal Carlos Bezerra, afirmou que o diálogo foi o primeiro passo para avançar em um projeto político marcado pela inovação nas candidaturas majoritárias. 

“Nós estamos firmando um compromisso preliminar de caminhar junto até as eleições. Esse processo ainda vai certamente ser longo, nós temos ai um ano de discussão para chegar a uma conclusão e todos querem uma composição. Estaremos fortalecidos ainda mais com essa decisão do PP de somar conosco”.

O peemedebista ainda considerou natural a organização precoce dos partidos de oposição para a eleição de 2018, atribuindo a articulação a uma fracassada articulação do governador Pedro Taques (PSDB) com representantes da oposição.

“É normal que a oposição comece a se organizar em Mato Grosso para disputar a eleição. Até porque não há nenhuma interlocução entre a oposição e o governo do Estado. A interlocução é precaríssima. Sem essa interlocução, nós temos que procurar organizar a nossa vida”, criticou.

O senador Wellington Fagundes (PR) também participou do diálogo e assegurou que seu nome não está à disposição nas composições para o governo do Estado. “Discutir nome ainda é muito cedo. O momento é de discutir alianças em favor de um projeto que atenda aos anseios da população”.
 

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Gabriel Fernandes - 14/02/2017

Esta reunião representa o supra sumo do atraso e das deploráveis práticas políticas. Vade retro.

1 comentários

1 de 1

Enquete

Você acha que a falta de mão de obra para trabalhos formais se deve a auxílios governamentais?

Parcial

Publicidade

Edição digital

Quarta-feira, 08/04/2026

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 66,90 0,75%

Algodão R$ 164,95 1,41%

Boi à vista R$ 285,25 0,14%

Soja Disponível R$ 153,20 1,06%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2022 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.