caso conturbado 24.03.2026 | 15h22
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Assessoria
A migração da vice-prefeita Vânia Rosa (MDB) do partido Novo ainda é algo “mal processado” no grupo. Apesar de alegar que o episódio é “página virada”, o presidente estadual do Novo, Rafael Alvarez Paulino, descreveu que a coronel “não teve o reconhecimento” aos esforços do partido, o que demonstra certo “rancor”.
Durante evento de filiação do Novo, o presidente foi questionado sobre o enfraquecimento do grupo diante da ausência de nomes em cargos públicos. Isso porque, com a mudança de Vânia, restou Reginaldo Teixeira, secretário de Obras de Cuiabá, que assumirá também a Educação municipal.
“Vânia foi um caso pontual e era algo que não estava encaixando. Ao longo do tempo a gente viu isso, mas já é página virada. A gente confia muito no trabalho do Reginaldo. Havia até uma perspectiva da gente trazer para o pleito, mas a gente vê o trabalho essencial que ele está gerando ao município. Então é prudente ficar na gestão”, argumentou o presidente.
Embora alegue que o grupo estava descontente com a vice, era ela que constantemente expunha a insatisfação com o amparo do partido ao seu mandato e às intempéries vividas durante períodos de atrito com o prefeito Abilio Brunini (PL). Segundo ela, tudo mudou após as eleições e não houve acolhimento as queixas.
Diante do cenário, ela decidiu trocar o Novo pelo MDB, de Janaina Riva, em fevereiro deste ano. Com a mudança, a coronel avalia disputar uma vaga na Assembleia Legislativa.
Para o presidente do Novo, o desgaste não foi pela troca, mas a forma “repentina” como ela se deu.
“Estamos crentes que o grupo está só se fortalecendo. Foi ele [Reginaldo] que cedeu espaço para Vânia ser vice do Abilio, mas ela não retribuiu desta forma. [...] Não é sobre ingratidão, mas reconhecimento do grupo. Sabemos que intercorrências acontecem, mas foi como ela saiu, de uma forma ríspida, abrupta”, ponderou.
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