votação de cassação 06.03.2020 | 10h03

redacao@gazetadigital.com.br
Jessica Bachega
A sessão polêmica que decide sobre a cassação do vereador Abílio Junior, na manhã desta sexta-feira (6) teve confusão e um segurança agrediu uma liderança comunitária que tentava entrar nas galerias. O Plenário também teve discussão acalorada entre os vereadores, por causa do rito que será usado durante a sessão.
Um grupo de 50 pessoas ficou não conseguiu entrar nas galerias para assistir a sessão e alguns protestaram nos corredores que dão acesso ao local. Nesse espaço, o líder comunitário, identificado preliminarmente como Luciede, levou o soco de um segurança e foi forçado a sair do corredor. Mais de 20 policiais militares estão no local para tentar conter os ânimos.
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Dentro do Plenário, a situação também é tensa. Durante a discussão para decidir sobre o rito, ou seja, o procedimento que será usado para votar a possível cassação, vereadores favoráveis a Abílio Junior se levantaram e foram até o presidente da Casa, Misael Galvão (PTB), onde gritaram que não concordavam com a atitude dele.
Entre os questionamentos dos apoiadores de Abílio estão a denúncia na Comissão de Ética, que foi realizada pelo suplente Oséas Machado, o que não é permitido pelo Código de Ética da Câmara.
Além dos protestos do lado de fora, o parlamentar conta com o apoio do deputado estadual Ulysses Moraes (PSL), que acompanha a sessão.
Abílio enfrenta um processo de cassação por quebra de decoro parlamentar, por coação de servidores durante uma fiscalização no Hospital São Benedito. A Comissão de Ética acolheu a denúncia e pediu a cassação, no entanto a Comissão de Constituição de Justiça pediu o arquivamento do processo. As duas versões serão analisadas pelos vereadores.
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