NA PRÓXIMA SEMANA 24.02.2026 | 09h03

fred.moraes@gazetadigital.com.br
João Vieira/ GD
O diretório estadual do União Brasil em Mato Grosso, comandado pelo governador Mauro Mendes, deve realizar na próxima semana a primeira reunião para iniciar a definição das chapas proporcionais que disputarão as eleições de 2026. O foco inicial será a montagem das listas de candidatos a deputado federal e estadual. Já a discussão sobre a candidatura ao Governo do Estado seguirá em compasso de espera diante de um impasse interno.
Conforme apurado pelo
, o encontro está previsto para a primeira semana de março e terá como prioridade organizar os nomes colocados como pré-candidatos à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa. A disputa majoritária ficará para um segundo momento.
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Hoje, o partido já contabiliza 14 nomes colocados para deputado federal. A quantidade, no entanto, pode sofrer ajustes, já que pela legislação o número permitido de candidatos ao cargo é 9 – referente ao número atual de deputados federais [que são 8] mais um.
No entanto, a agremiação tentará repassar alguns da lista para compor a disputa para deputado estadual, onde o desafio é considerado ainda maior. O partido conta atualmente com 4 deputados estaduais eleitos e trabalha para ampliar a bancada. Até o momento, a sigla contabiliza 18 nomes indicados, dos 25 nomes que poderão ser lançados.
O União Brasil também aguarda a formalização dos nomes que serão indicados pelo Progressistas para compor a chapa, já que os dois partidos formam a Federação União Progressistas (UP). A expectativa é de que entre seis e oito pré-candidatos sejam apresentados na reunião.
Enquanto a proporcional avança, o principal gargalo do grupo permanece indefinido: a sucessão estadual. Internamente, há divisão entre a ala do senador Jayme Campos, que defende candidatura própria ao Palácio Paiaguás, e o grupo alinhado ao vice-governador Otaviano Pivetta, filiado ao Republicanos, que sustenta a tese de composição com outras siglas.
A tendência é que a discussão sobre a majoritária fique para depois da consolidação das chapas proporcionais, num movimento estratégico para evitar rachas antecipados e garantir musculatura eleitoral ao grupo antes de enfrentar a disputa pelo comando do Estado.
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