Publicidade

Cuiabá, Terça-feira 21/07/2026

Política de MT - A | + A

‘SEREMOS VITORIOSOS’ 20.07.2026 | 15h30

Vídeo - Júlio afirma que convenção do União sequer foi convocada por Mendes, mas confia no acordo feito

Facebook Print google plus
Laisa Stofel e Fred Moraes

redacao@gazetadigital.com.br

Montagem/GD

Montagem/GD

O deputado estadual Júlio Campos afirmou que a convenção do partido União Brasil, marcada para acontecer no dia 30 de julho, ainda não foi convocada oficialmente pelo ex-governador e presidente da legenda, Mauro Mendes. Embora o parlamentar declare que confia na palavra de Mendes, uma vez que ele fez um acordo de “igual para igual, olho por olho” com seu irmão, o senador Jayme Campos, que pretende lançar candidatura própria ao Paiaguás.

 

“Até nesse instante, às 12 horas e 45 minutos do dia 20, não foi publicado o edital da convocação da convenção para o dia 30. Aliás, das nossas bases, os convencionais já foram convocados, os militantes do interior estão todos vindo, reservando hotel em Cuiabá, para acompanhar de perto essa grande convenção partidária”, pontuou ao nesta segunda-feira (20).

 

Leia também - Prefeitos 'Pró-Pivetta' não garantem ida à convenção do PL

 

Quando questionado sobre as expectativas do "Grupo Campos" para o evento, o deputado foi categórico em negar a existência de uma base dos irmãos. O político afirma que, na verdade, trata-se de uma base completa que defende a existência de um candidato do partido no primeiro turno, em vez da coligação com o Republicados, de Otaviano Pivetta, inicialmente.

 

“Não, não é Grupo Campos, é um grupo grande de militantes da União, Dilmar Dal Bosco e Sebastião Rezende, que são deputados estaduais, vários prefeitos, vereadores e convencionais que apoiam a tese de que é necessário o partido ter candidato próprio no primeiro turno de governador. A eleição em dois turnos cabe a uma eleição em dois turnos, em que cada partido apresenta o seu programa de governo e o seu candidato a governador. E o eleitorado vai escolher”, declarou.

 

Ocorre que, segundo Júlio Campos, a falta de uma candidatura majoritária própria pode enfraquecer o desempenho da legenda nas proporcionais. O parlamentar alertou para o risco de o União Brasil diminuir sua presença nas bancadas do Congresso e da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

 

“Se nós não tivermos chapa própria de governador, nós corremos risco. Hoje, nós temos dois federais e quatro estaduais eleitos. Sem a cabeça de chapa, que é o cara que vai liderar a campanha, corremos o risco de eleger apenas um federal e dois estaduais. Então, para nós que somos deputados e precisamos da candidatura própria ao governo, queremos sim que Jayme Campos seja homologado candidato pelo União Brasil e pela federação”, explicou.

 

A estratégia do grupo também envolve o apoio de partidos aliados. Júlio revelou que já existem conversas avançadas com o Progressistas (PP) para consolidar o projeto de Jayme Campos rumo ao Palácio Paiaguás.

 

“Há um compromisso do grande líder, o senador Cidinho Santos, de que, se o União Brasil homologar Jayme Campos, os progressistas, que são federados conosco, bateriam o martelo e fariam a homologação também dessa candidatura. Além disso, vamos homologar no mesmo dia a candidatura de Jayme Campos a governador e de Mauro Mendes, que é o nosso único pré-candidato ao Senado pelo União Brasil, além da nossa chapa de nove candidatos a deputados federais e 25 candidatos a deputados estaduais. Isto é o que está previsto”, detalhou o deputado, demonstrando otimismo no voto da maioria dos convencionais.

 

Questionado sobre a viabilidade do nome de Jayme Campos dentro do diretório e se o senador de fato conquistou o apoio necessário entre os membros votantes, Júlio Campos minimizou os ruídos internos e destacou o caráter democrático do processo. De acordo com ele, a decisão final caberá ao colegiado dos 48 convencionais, que terão que escolher entre duas propostas no dia 30 de julho.

 

“Todos já estão sabendo que vai ter duas teses no dia da convenção, o que é natural e democrático. Uma proposta é de coligação já no primeiro turno com os Republicanos, abrindo mão do Jayme Campos para apoiar o Otaviano Pivetta. A outra proposta é a da candidatura própria do União Brasil, deixando espaço para que os outros partidos aliados indiquem o vice e a outra vaga de senador”, esclareceu.

 

Segundo o desenho proposto pelo parlamentar, a chapa ideal contaria com Jayme Campos ao governo, Mauro Mendes ao Senado, uma indicação para vice-governador cedida ao Podemos e a segunda vaga ao Senado negociada com o MDB ou outra sigla interessada. “Isso é natural. Vamos disputar voto a voto na convenção em votação secreta”, cravou.

 

Embora incerto, Júlio Campos preferiu não traçar planos de recuo ou caminhos alternativos para o irmão.

 

“Não pensamos nessa hipótese de perder a convenção. Nós temos certeza e confiamos plenamente na maioria dos membros que compõem a convenção do nosso partido, União Brasil, de que seremos vitoriosos”, concluiu.

 

 

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Enquete

O que você achou do Pix Pensão, que transfere o pagamento automaticamente?

Parcial

Publicidade

Edição digital

Segunda-feira, 20/07/2026

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 66,90 0,75%

Algodão R$ 164,95 1,41%

Boi à vista R$ 285,25 0,14%

Soja Disponível R$ 153,20 1,06%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2022 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.