Desentendimento político 25.02.2026 | 14h44
Carlos Moura/Agência Senado - 3.12.2025
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, disse nesta quarta-feira (25) que vai interceder no desentendimento entre o irmão Eduardo Bolsonaro, a madrasta, Michelle Bolsonaro, e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). A troca de farpas deu início após o ex-deputado afirmar que Nikolas e a madrasta, Michelle Bolsonaro, estão com “amnésia”.
Ao rebater, o parlamentar discordou das falas do filho do ex-presidente e disse que Eduardo “não está bem”. O comentário foi feito em relação ao apoio de Nikolas e Michelle a Flávio Bolsonaro, escolhido para concorrer à Presidência da República nas eleições deste ano.
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Após visitar o pai na Papudinha, Flávio Bolsonaro afirmou que vai conversar com eles, pois teriam um “objetivo maior”. Apesar disso, segundo ele, as pessoas têm que “se colocar no lugar do Eduardo”.
“É um cara que está fora do país contra sua vontade, teve seu mandato cassado. As suas contas e da sua esposa, contas bancárias, estão bloqueadas. É uma pessoa que acompanha à distância, muito ansiosa para que as pessoas compreendam que essa não é uma disputa de vaidade de quem tem que vencer uma discussão. Conversei bastante com ele, ele se comprometeu a colaborar da forma que ele puder”, disse.
Dosimetria
Além dos comentários sobre o desentendimento entre aliados, Flávio criticou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o PL da dosimetria e atribuiu o impedimento ao “coração cheio de ódio” do petista.
O parlamentar disse estar esperando a marcação da sessão no Congresso Nacional para o veto poder ser derrubado. “Isso não inviabiliza outros projetos que realmente tratem de fazer justiça, não só com Bolsonaro, mas com centenas de pessoas que foram injustiçadas nessa farsa contra a direita. Primeiro temos que derrubar esse veto do rancoroso e coração cheio de ódio do atual presidente da República”, disse.
Em janeiro, Lula vetou o projeto para reduzir penas aos condenados do 8 de Janeiro. Para que se tornasse lei, o texto aprovado pelo Congresso precisaria ser sancionado por Lula, mas a decisão do petista foi na contramão: ele vetou a proposta, que tinha entre os beneficiados o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Sem convocação de sessão conjunta desde novembro, o Congresso acumula 77 vetos do presidente que ainda aguardam deliberação.
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