'o que se pode fazer?' 24.01.2025 | 17h41
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, sugeriu que, se uma fruta estiver com preço elevado, o consumidor pode mudar o alimento que vai consumir como forma de driblar a alta do preço do produto. O ministro deu o exemplo da laranja: “Em vez da laranja, comer outra fruta.”
“O preço internacional está tão caro como aqui. O que se pode fazer? Mudar a fruta que a gente vai consumir. Em vez da laranja, consumir outra fruta”, afirmou Rui Costa a jornalistas nesta sexta-feira, 24. “Não adianta você baixar a alíquota de importação, porque não tem produto lá fora para colocar aqui dentro. Então focaremos, evidentemente, no produto que estiver mais barato lá fora.”
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A declaração aconteceu após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta sexta-feira. Além do presidente e de Rui Costa, participaram os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Esther Dweck (Gestão), Carlos Fávaro (Agricultura) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário); o secretário-executivo do Ministério da Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa; a secretária-executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Fernanda Machiaveli; o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello; e o diretor-presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto.
Também no período da tarde desta sexta, Rui Costa disse que o governo atuará na redução da alíquota de importação de alimentos que estiverem mais caros no mercado interno em relação ao mercado internacional. De acordo com ele, não há justificativa para o País ter produtos com preço acima do patamar internacional. "Todos os produtos que tiverem preço interno maior do que o externo, vamos atuar imediatamente na alíquota de importação", afirmou.
Segundo o chefe da Casa Civil, a gestão federal fará uma análise dos produtos no mercado internacional com preços mais baixos em relação ao mercado interno. “A redução de alíquota será para todo e qualquer produto que esteja com preço mais barato no mercado internacional e mais caro no mercado interno”, complementou. “Focaremos evidente no produto que esteja mais barato lá fora, para trazer o preço, no mínimo, o patamar que estiver no internacional.”
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