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11.02.2010 | 03h00

Excessos são causadores da fadiga adrenal

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Um ritmo de vida acelerado somado a um dia a dia exaustivo fazem parte da rotina de muitas pessoas. A falta de tempo e o acúmulo de tarefas leva homens e mulheres de idades e histórias diferentes a se esquecerem de cuidar também do lado psicológico. A depressão é um dos reflexos mais conhecidos do estresse. Mas há também a fadiga adrenal, cuja origem e sintomas são parecidos.

A enfermidade de fundo psicológico é causada também por um acúmulo de afazeres e preocupações. Problemas financeiros, frustrações profissionais e pessoais fazem com que o corpo fique em constante estado de tensão e irritabilidade. O estresse natural é um mecanismo de defesa do organismo mas quando é intenso e prolongado sobrecarrega diversos órgãos do corpo e pode provocar disfunções físicas como insônia, queda de cabelo, palpitações.

Segundo a psicóloga Joselita Alcântara, a fadiga adrenal surge em etapas. "Começa com reações emocionais, mas é preciso tomar cuidado para que o estágio não avance chegando às conseqüências físicas."

A doença afeta as glândulas supra renais que agem por meio de hormônios que, por sua vez, regulam a produção e o armazenamento de energia. A doença faz com que elas funcionem no limite inferior à normalidade. Segundo Joselita Alcântara, a fadiga adrenal é um distúrbio que se manifesta após um grande período de irritação física e mental. Pode ser acarretada pela insistência da pessoa trabalhar até a exaustão sem intervalos para lazer. O hábito de dormir até tarde também contribui para sobrecarregar as glândulas.

A doença pode gerar grande inquietação, ansiedade e variações de humor. Em estágio mais avançado pode ainda causar a síndrome do pânico, distensão abdominal, desinteresse sexual, e até rebaixamento ou aumento da pressão arterial. O diagnóstico é realizado por meio de exames laboratoriais (fezes e urina) e o tratamento inclui acompanhamento psicológico, repouso, redução do tempo dedicado ao trabalho, modificação de hábitos alimentares e o uso sob orientação médica, de medicamentos à base de vitaminas e aminoácidos.

Na opinião da psicóloga as primeiras providências para evitar doenças como essas já são bastante conhecidas mas pouco colocadas em prática: praticar exercícios físicos e ter tempo para as atividades de lazer. "Amar é o melhor remédio. Mas antes de amar alguém a pessoa deve amar a si própria". Além disso ela deve aprender a não absorver tanto as preocupações e aborrecimentos que, em excesso, só fazem mal.

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