Publicidade

Cuiabá, Terça-feira 02/06/2026

Celebridades - A | + A

10.03.2017 | 08h58

Mulher do rapper Mano Brown fala sobre machismo do marido

Facebook Print google plus

Eliane Dias, mulher do rapper Mano Brown, abriu o jogo sobre o marido em uma entrevista para a revista Marie Claire.

Na matéria, a advogada, empresária musical e militante dos direitos das mulheres negras, contou que apesar dos seu posicionamento, o marido ainda dá sinais de não superar o machismo.

"Depois de pedir para eu tirar passaporte e visto para a família toda, meu marido desistiu de me levar para uma viagem aos Estados Unidos. Um dia ele chegou e falou: 'Você não vai mais. O Primo [Preto, empresário musical e amigo de Mano Brown] disse que não é legal ir mulher'. Respondi: 'Tá bom, vai lá'. Ele perguntou: 'Você não vai brigar? Vai me trair?'. Falei que não, que quando ele voltasse tudo estaria melhor. Achei um desrespeito muito grande. Me deixou ferida mortalmente. Na volta, um mês depois, tinha me matriculado em um cursinho pré-vestibular. Disse para ele: 'Não viajo nem me divirto com os Racionais. A banda agora vai ter que me dar a faculdade'", comentou ela, que em seguida se matriculou em Direito, curso pelo qual se formou.

Eliane também lembrou de quando conheceu Mano Brown.

"O Pedro Paulo (Mano Brown) estava lá (na festa) e ficou atrás de mim. Achava ele um moleque chato. Feio, feio... Um dia, fomos todos a um casamento. Estava conversando com um cara, que me deu seu número de telefone. O Pedro Paulo viu, chegou, rasgou o papel e saiu me arrastando pela mão. Me colocou nas costas e disse: 'Só vou tirar você daí quando falar comigo'. Bicho grosso [risos]. Namoramos por muitos anos, eu tinha minha vida e ele a dele, até que fizemos uma união estável. Demorei oito anos para ter filho porque queria ter condições para isso", relembra ela, hoje mãe de Jorge, 21, e Domênica, 17.

Apesar do casamento longo com Brown, Eliane conta que nunca teve interesse de acompanhar o marido nos shows, mesmo agora que ela atua como empresária dele.

"Nunca quis. Quando comecei a namorar o Pedro Paulo, tínhamos 18 anos e ele não era cantor. Quando entrou para a música, oito anos depois, achei ótimo, mas o universo não me seduzia. Era um mundo machista, não queria aquilo para mim. No momento em que ele começou a ficar famoso, tive meu filho [Jorge]. Adorava os dias em que ele viajava e eu podia ficar sozinha com o bebê para poder curti-lo em paz", explica. 

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Enquete

Você acredita que negociação de jornada e salário entre funcionário e patrão é viavél?

Parcial

Publicidade

Edição digital

Terça-feira, 02/06/2026

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 66,90 0,75%

Algodão R$ 164,95 1,41%

Boi à vista R$ 285,25 0,14%

Soja Disponível R$ 153,20 1,06%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2022 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.