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08.09.2022 | 10h50

Uma visão diferente sobre o piso salarial da enfermagem e o empreendedorismo na área da saúde

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Rosane Argenta

Divulgação

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Tivemos nesse domingo dia 04 de setembro de 2022 a concessão da liminar suspendendo a Lei 14.434 que institui o piso salarial nacional para a enfermagem.

 

Vale lembrar que toda grande e boa inovação historicamente gera polêmica no início, até ser sedimentada de forma eficaz, segura e perene no mercado.

 

É fato indiscutível o merecimento de toda categoria da enfermagem um salário digno, compatível com o serviço historicamente prestado à saúde. A classe deve ser valorizada, assim como os empresários que geram oportunidade para mais e melhores atendimentos em saúde e geração de empregos tem direito à planejamento de seus fluxos de caixa de modo a possibilitar a continuidade da prestação de serviços e manutenção de saúde financeira de seus negócios.

 

Também não se trata aqui de discutir o que levou legislativo e executivo federal à aprovação do piso em tal prazo e período, essa questão jamais deveria ser tratada como ativismo político.

 

Com o entendimento que não é simplesmente o empresário que pago o salário do colaborador, mas sim o cliente que utiliza o serviço prestado na empresa, não se trata de uma disputa entre vilão e herói mas sim de somar forças para que esse serviço seja prestado de forma humanizada e reconhecido pelo cliente como um serviço de alto valor agregado, para que se produza o resultado desejado, ou seja, bom atendimento para a população e valorização e salário digno para a enfermagem, de forma a manter a saúde financeira das empresas e de seus colaboradores. Ademais, as áreas de atuação da enfermagem são tão plurais que poderiam ser setorizadas dando mais abertura para determinados segmentos tais como clínicas privadas, para valorização do colaborador desta área através de comissionamento ou abertura de empresa, diferentemente da realidade de grandes hospitais e instituições filantrópicas. Uma reorganização assim caberia a sindicatos e conselhos da classe.

 

Não há sombra de dúvidas de que nesse ambiente econômico hostil há necessidade de somar forças, pois somente um bom planejamento das ações garantirá a permanência das instituições, a humanização do relacionamento entre empresa e colaborador assim como é o atendimento da enfermagem. Portanto trata-se de acolher a necessidade, reconhecer, planejar e viabilizar a execução de medidas que garantam a prestação de serviços no país de forma saudável às empresas e aos seus colaboradores.

 

Rosane Argenta é diretora executiva da Franquia Saúde Livre 

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