10.02.2026 | 12h48
Fred Moraes/Gazeta Digital
A troca de farpas entre a vereadora Maysa Leão (Republicanos) e o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL) teve como pano de fundo a repercussão política do caso grave envolvendo o ex-secretário de Cuiabá, William Leite, que pediu demissão após denúncias de corrupção e abuso sexual, na semana passada.
Ao comentar o caso, que quase originou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), Abilio resgatou um episódio ocorrido em agosto do ano passado, para provar a "indignação seletiva", quando Maysa presidiu uma audiência pública sobre o enfrentamento à violência sexual e permitiu a participação de uma adolescente de 16 anos, que relatou abusos sofridos no âmbito familiar.
Na fala, o prefeito acusou “indignação seletiva” por parte da vereadora, citou a atuação do Instituto Lírios, entidade que acolhia a jovem e que recebeu recursos públicos por meio de convênios e defendeu que a Câmara também deveria ampliar o foco das investigações. A citação despertou a ira da vereadora que contrapôs o prefeito.
Na época, o caso gerou questionamentos sobre eventual exposição indevida da menor, mas acabou arquivado pelo Ministério Público de Mato Grosso, que entendeu não haver risco à adolescente, destacando que sua identidade foi preservada e que a transmissão foi interrompida.
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