30.06.2017 | 13h04
Chico Ferreira![]() Drieli Azerado Ribas |
Dentre as 13 pessoas conduzidas coercitivamente para prestarem depoimento no Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) nesta sexta-feira (30) na 2ª fase da Operação Convescote, estão Drieli Azeredo Ribas, ex-servidora da Assembleia Legislativa e Odenil Rodrigues de Almeida, ainda servidor da Casa, que no decorrer de 2016 receberam altos salários no Legislativo Estadual.
No mês de outubro, Drieli teve um salário de R$ 25,3 mil, ou seja, a mesma remuneração de um deputado estadual naquela época. Conforme o portal transparência da Assembleia Legislativa, Drieli ocupava o cargo de assistente de serviços gerais e estava lotada na Gerência de Manutenção e Serviços Gerais.
Antes, ela tinha um provento de R$ 11,4 mil. A partir de julho passou a receber um salário bruto de R$ 12,3 mil.
No caso de Odenil, servidor de confiança de Guilherme Maluf, que vez ou outra aparece no portal transparência como assessor parlamentar e também como “consultor técnico" de comissão permanente, osubsídio é ainda mais generoso. Em julho de 2016, ele recebeu um salário de R$ 30,5 mil, ou seja, um valor bem acima do subsídio de um deputado.
Chico Ferreira![]() Odenil Rodrigues de Almeida |
Para efeitos de comparação, entre janeiro e junho do ano passado, Odenil recebeu salário de R$ 18,2 mil para desempenhar a função de consultor de comissão permanente lotado como consultor técnico jurídico da Mesa Diretora. Já no mês de julho, para a mesma função seu salário saltou para R$ 30,7 mil, um aumento de 70%. No mês seguinte, em agosto, retornou para R$ 19 mil.
Por enquanto, não se sabe muitos detalhes sobre as acusações ou suspeitas que recaem contra Drieli e Odenil para justificar a condução de ambos ao Gaeco para prestarem esclarecimentos nas investigações do esquema de desvio de dinheiro público operado pela Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual (Faespe) que mantinha convênio de R$ 100 milhões com a Assembleia Legislativa.
Atualmente, com base no portal transparência, Drielli não é mais servidora da Assembleia, pois seu nome não consta em nenhuma folha salarial deste ano. Já Odenil continua no Legislativo. As últimas folhas salariais mostram que ele permanece exercendo a função de consultor técnico jurídico na Mesa Diretora, porém com um salário menor, de R$ 14,9 mil.
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Assista ao vídeo da saída de Drieli da sede do Gaeco
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jr cesar - 30/06/2017
TUDO CARGO COMISSIONADO, INDICAÇÃO, POLÍTICO, POUCOS, RAROS TÊM COMPROMISSO, ESTÃO PARA NO TEMPO LEVAR TODAS AS VANTAGENS POSSÍVEIS E NÃO POSSÍVEIS...SE FOSSEM CONCURSADOS PENSARIAM MAIS VEZES ANTES DE COMETEREM OS CRIMES QUE ESTÃO CORRIQUEIROS... TENHO ABSOLUTA CERTEZA QUE SE BUSCAREM MAIS, EM OUTROS ÓRGÃO IRÃO ENCONTRAR MAIS, MUITO MAIS... CONCURSO PÚBLICO JÁ PARA SUBSTITUIR
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