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surto da doença 28.06.2019 | 16h00

DF tem 31 mortes por dengue; casos suspeitos passam de 31 mil

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Balanço sobre os números da dengue divulgado hoje (28) pelo Governo do Distrito Federal contabiliza 31 mortes na região em decorrência do surto da doença neste ano. De um total de 35.523 notificações registradas até o momento, 31.154 são de “casos suspeitos”. Destes, 666 já foram confirmados, dos quais 4,65% (31 casos) resultaram em morte.

 

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De acordo com o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero Martins, "o alto percentual de mortes se deve à maior predominância do tipo 2 da doença, que apresenta maior taxa de mortalidade". O subsecretário não informou o percentual do tipo mais grave da doença, entre os casos confirmados.

 

Desde janeiro, mais de 3 mil profissionais foram mobilizados para combater os focos, e 12 mil amostras de lavas do mosquito Aedes aegypti foram encontradas. “Tratamos mais de 45 mil imóveis”, informou o comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar do DF, Emilson Ferreira.

 

Ele ressaltou que uma linha telefônica (199) foi disponibilizada tanto para solicitação de equipe como para a obtenção de informações sobre os postos de saúde que atendem casos da doença. Por meio do 199, as autoridades pretendem estimular denúncias de espaços com acúmulo de lixo que possibilitem a proliferação do mosquito.

 

Segundo o secretário de Atenção Integral à Saúde, Ricardo Ramos, as tendas da força-tarefa que foram montadas para hidratar pacientes com suspeita de dengue começaram a ser desativadas, uma vez que a doença já passou pelo período de pico e, por consequência, o número de casos começou a diminuir.

 

Das 10 tendas armadas, três foram desativadas nas localidades do Varjão, da Estrutural e de São Sebastião. As demais tendas continuam funcionando no Guará, Itapoã, Planaltina, SobradinhoII, Samambaia, Ceilândia e Brazlândia. “Comparando com o início do surto, tivemos uma queda de quase 50% no número de atendimentos por dengue”, disse Ramos.

 

Ramos informou que os usuários podem procurar qualquer unidade de saúde do DF. "Primeiramente as unidades básicas de saúde (UBSs), depois as unidades de pronto atendimento (Upas) ou hospitais. Além disso, disponibilizamos, por meio do número 199, vários pontos de referência em cada região, onde os usuários podem procurar as unidades preparadas para fazer o atendimento”, acrescentou.

 

O secretário informou que, entre 25 de maio e 26 de junho, foram feitos 34.017 atendimentos nas tendas, dos quais 23.303 foram classificados como suspeitos, e 7.221 receberam hidratação. Destes, 651 tiveram de ser encaminhados aos hospitais, para tratamento.

 

“As ações da vigilância sanitária continuarão e principalmente o manejo ambiental [evitar acúmulo de lixo e água parada], que é a principal forma de evitar novos casos de dengue”, disse o secretário de Saúde.

 
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