'BATEU UMA ONDA FORTE' 03.05.2022 | 10h03

redacao@gazetadigital.com.br
Reprodução/Twitter
A Mc Carol está cobrando a empresa contratante do show que fez em Cuiabá, em janeiro deste ano, o cachê que teria sido acertado pela performance da artista. Caroline de Oliveira Lourenço, 28, a Carol de Niterói (RJ), é conhecida por não ter papas na língua e cobrou no Twitter os R$ 30 mil. Empresa lembra pandemia, afirma que estava em negociação com a produção da artista e se assusta com cobrança pública.
A funkeira esteve na cidade no dia 29 de janeiro para a festa 'O Baile da Bandida', que aconteceu no Top Fest, localizado na avenida Beira Rio. O evento foi realizado pela empresa Chacal Produções, que na época chegou a afirmar que tinha como objetivo “fomentar o cenário de eventos em Cuiabá, mas precisamente para a população LGBTQIA+”.
"Contratantes de Cuiabá, me paguem o show de janeiro! Tô precisando dos meus 30k p comprar meus danones Att", cobra a MC na publicação, feita na manhã de segunda-feira (2).
Ao
, uma das produtoras do show informou que estava em negociação com a produção da MC e que foi pega de surpresa com o tweet da artista.
“Foi um período em que os casos de Covid estavam crescendo em Cuiabá por conta das férias e festas de final de ano, então, muita gente estava com medo de sair. Falamos com a produção que as vendas não estavam indo bem. Então, a gente queria saber a possibilidade de adiar ou cancelar”, contou.
Conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde, no dia 28 foram 20 mortes registradas e no dia 31 de janeiro, as mortes somavam 43. Além disso, no mesmo dia, foi decretado alerta vermelho em 7 hospitais, com todas as UTIs lotadas. A jovem lembra ainda que apesar da apreensão, decidiram realizar o evento.
“A MC é incrível, recepcionamos ela super bem, mas a casa não lotou, não tivemos lucro. O momento não foi propício. Depois, pagamos as pessoas que trabalharam aqui e entramos em acordo com a produção dela”.
O primeiro acordo seria esperar até abril para dar uma entrada e ir parcelando. A organizadora ressalta que não se tratava de R$ 30 mil e sim de R$ 20 mil. “Esses R$ 10 mil, são de juros, mas que não acho justo serem cobrados”.
Por fim, a última negociação que estava sendo feita era a proposta de pagar a dívida em 8x de R$ 2.500. “Mas, agora não sabemos. Acordamos com essa exposição e vamos ver o que acontece”.
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Edimar Gonçalves - 08/05/2022
Xiiii, deu ruim... Onde estão os patrocinadores e os ingressos??!! Quem não foi n perdeu muito... Nada pessoal só o estilo msm
Evangelista - 03/05/2022
TEM MUITA GENTE CALOTEIRA MESMO NESSE ESTADO, FALOU EM PAGAR, COMEÇAM ARRUMAR TANTA DESCULPA, QUEM COBRA TEM QUE OUVIR TODAS AS TRAGEDIAS QUE ACONTECE NA VIDA DESSES COLOTEIROS ,MANDAM ATE FOTO DE QUANDO FICOU DOENTE, FOTO DE REMÉDIOS, FOTO DE CARRO ESTRAGADO, COBRANÇA EE INSALUBRE ADOECE O CREDOR, MUITOS DESISTEM NAO AGUENTA TANTO DESAFORO
2 comentários