veja fotos 06.06.2019 | 13h42

jessica@gazetadigital.com.br
João Vieira
Atualizada às 15h55 - O bicheiro João Arcanjo presta depoimento à Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) na tarde desta quinta-feira (6).
A oitiva está relacionada à Operação Mantus que apura lavagem dinheiro e prática do jogo do bicho no Estado.
Arcanjo chegou em uma caminhonete da GCCO e escoltado por policiais fortemente armados.
Com roupas brancas usadas pelos presos da Penitenciária Central do Estado (PCE), Arcanjo usa colete à prova de balas e chegou algemado.
Ele entrou na delegacia sem falar com a imprensa. O preso chegou ao local 20 minutos antes das 14h00, hora marcada para o depoimento.
Arcanjo negou qualquer ligação com o jogo do bicho em Mato Grosso durante depoimento.
Acusação
Ele e acusado de continuar administrando a empresa Colibri de jogo do bicho. A mesma que fundou nos anos 90 e pela qual João Arcanjo construiu seu império bilionário.
Conforme investigações, enquanto ficou preso por cerca de 15 anos, antes de voltar à cadeia na semana passada, a empresa era gerida pelo genro Giovani Zem, também preso na operação deflagrada no dia 29 de maio.
Defesa de Arcanjo
"Com toda a certeza ele foi alvo de pura armação", afirma o advogado de João Arcanjo, Zaid Arbid.
Questionado sobre o dinheiro encontrado na casa de Arcanjo, advogado disse que era somente do cliente, fruto de crédito e aluguel de imóvel. Diferente do que falou anteriormente, que parte da verba seria do genro Giovani Zem.
Indagado sobre o dinheiro encaminhado para familiares no Uruguai, Zaid disse que "isso é a mais pura mentira. Ninguém, com a experiência dele, faria uma remessa dessa, colocando em risco sua família e a si mesmo e colocaria recibo em meio a comprovantes de atividades lícitas", explicou o advogado.
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