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FOTOJORNALISMO 12.05.2019 | 17h00

Fotógrafo há 4 anos, estudante se apaixona por retratar cotidiano de Cuiabá

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João Vieira

João Vieira

Primeira experiência do estudante de jornalismo e fotógrafo Victor Ostetti, 21, com uma câmera, foi quando sua avó faleceu e deixou para sua família alguns retratos e uma câmera de filme. Ele começou a fotografar há apenas 4 anos profissionalmente, mas seu gosto pelo ofício vem desde pequeno.

 

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Desde que chegou em Cuiabá, há 8 meses, ele sai às ruas com sua câmera compacta em busca de retratar o cenário urbano e o cotidiano da cidade. Ele admitiu, é claro, que a Capital mato-grossense não se equipara às grandes metrópoles, mas seu olhar de menino interiorano, que residia em Campo Verde (131 km ao sul), o fez enxergar uma Cuiabá que quase ninguém vê. 

 

"Essas fotos urbanas foram por hobby, mas eu decidi colocar em prática desde o meu início no jornalismo e conciliar com o fotojornalismo. Estou estudando e quero me especializar em conflitos. O meu objetivo é passar a notícia conforme a imagem", explicou. 

 

Victor acredita que a melhor câmera é a que se pode carregar com facilidade. Quando sai às ruas, ele tenta capturar os carros que passam, as luzes da cidade, os imponentes casarões do centro e retratos de pessoas que fazem parte do cenário urbano. 

 

"Eu gosto muito de retratar movimento, Cuiabá apesar de não ser São Paulo é uma cidade muito movimentada, ainda mais para uma pessoa que veio do interior. Não tem aquele fluxo de pessoas que São Paulo tem, de pessoas que se atropelam uma atrás da outra, em movimento, mas tem coisa".   

 

A maioria do que o fotógrafo aprendeu até agora foi sozinho, lendo livros sobre fotografia e assistindo vídeos na internet. Por meio da prática, ele elaborou seu jeito particular de criar suas composições. 

 

"Eu sempre saio olhando, tentando montar uma foto com meus próprios olhos, coloco a câmera no olho e vejo se a foto vale. Clico se ela vale e não clico se ela não vale. Se ela não valer eu não clico, até para recuperar a essência de filme. Na digital é muito fácil a gente sempre está ali clicando, mas o meu processo é de procurar a foto com o olho". 

 

Experiências

 

Antes de se descobrir no fotojornalismo e no contexto da cidade, Victor se apaixonou por registrar as paisagens bucólicas do interior. Quando chegou à Chapada dos Guimarães (67 km ao norte de Cuiabá) pela primeira vez ficou fascinado pelo lugar. 

 

Para dar continuidade ao gosto e conciliá-lo com o jornalismo, sua pretensão é encontrar uma maneira de registrar a vida selvagem no interior do estado.

 

"Eu gostava e sabia do fotojornalismo de guerra, só não sabia das extensões dele. Fotodocumentarismo, por exemplo, de vida selvagem, eu achava que era só coisa de zoológico, mas vi que não é", finalizou.

Galeria de fotos

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Comentários

clisman - 12/05/2019

Meus parabéns meu sobrinho você merece, Continue assim

1 comentários

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