REMOÇÃO DE OSSO 26.06.2019 | 18h06

jessica@gazetadigital.com.br
Otmar de Oliveira
Amputado há 7 meses, o gari Darliney Silva Madaleno terá que passar por nova cirurgia para remoção de uma ponta de osso na perna. O homem ganhou uma prótese, mas não pode usá-la até que o problema seja corrigido.
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A esposa do gari, Rosilda de Souza, explica que nessa quarta-feira (25) foram feitos exames e constatado o pedaço de osso que ameaça perfurar a carne da coxa, na altura em que foi amputada.
“Ele ganhou a prótese ontem, mas quando foi usar já sentiu a pontada no coto. Aí a gente foi ao médico e a ponta de osso apareceu no raio x. Tem que operar para tirar, senão ela vai cortar a gordura e carne”, conta a mulher que dedica o dia aos cuidados do marido.
Somente após a recuperação da cirurgia o paciente poderá usar a prótese e se adaptar a nova realidade, as muletas que usa desde novembro do ano passado.
Darliney Madaleno foi operado para remoção da perna, cortada 3 dedos acima do joelho, no Pronto Socorro Municipal de Cuiabá, após ser atropelado pela procuradora Luza Farias.
Desde então ele recebia auxílio doença, que foi suspenso esse mês. O gari irá passar por nova perícia no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), para retomar o recebimento do benefício.
Essa semana, um advogado procurou o casal para ajuda-los a conseguir a aposentadoria de Darliney, mas o procedimento só poderá ser iniciado após a perícia.
Pedido de ajuda
Quem puder doar qualquer quantia para ajudar a família pode fazê-lo pela conta Caixa Econômica Federal, agência 1569, operação 013, conta poupança 29280-9, CPF 616.853.051-72, Rosilda de Souza Eckstein.
Caso
A procuradora dirigia um Jeep Renegade e trafegava na avenida Getúlio Vargas quando esmagou Darniley entre seu carro e o caminhão de coleta de lixo. O caminhão estava parado na faixa esquerda, enquanto Luiza trafegava pela faixa central.
Com o impacto, Darliney perdeu uma das pernas. De acordo com informações da Polícia Civil, a procuradora estava alcoolizada. Na ocasião, ela chegou a ser presa. Em audiência de custódia, no entanto, o juiz Jeverson Luiz Quinteiro concedeu liberdade à procuradora sob fiança no valor de R$ 7,6 mil, correspondentes a 8 salários mínimos.
A defesa da procuradora contestou a versão de que ela estivesse embriagada no momento do acidente e alegou que ela ficou desorientada depois da forte colisão e atingiu um estado de síncope.
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carlos alberto - 27/06/2019
auguem diga para essa família entra na justiça cotra a promotora e que existe defensoria publica para isso cade as assistentes sociais do estado e do município
1 comentários