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GOLPISTAS 09.01.2023 | 09h40

Mato-grossenses que estiveram em ato terrorista são identificados em perfil que denuncia participantes

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Reprodução

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Atualizada às 15h35 Mato-grossenses que participaram dos atos terroristas em Brasília no domingo (8) e compartilharam fotos em seus perfis nas redes sociais estão sendo expostos em uma página que reúne imagens de outros bolsonaristas que estiveram nos ataques. Entre eles está o agrônomo Juliano Antoniolli e a ginecologista Luane Grotta, de Sinop (500 km ao Norte). Em nota, o casal afirma que ficou na manifestação por pouco tempo e que foi assim que começou a depredação. Classifica as fotos com Bolsonaro e participação no ato como uma "coincidência".

 

Leia também - Mato-grossense participa de ato antidemocrático em Brasília

 

O perfil @contragolpebrasil no Instagram tem identificado, desde ontem, os criminosos que atentaram contra a democracia, entre eles o casal de Sinop. Dias antes os dois estavam nos Estados Unidos, ocasião em que visitaram o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Uma foto do encontro foi publicada por Juliano.

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casal bolsonarista brasília

 

Outros mato-grossenses que cometeram os crimes gravaram e compartilharam vídeos do momento em seus próprios perfis. Um deles é o produtor rural de Nova Ubiratã (502 km ao Norte) David Brescansin. Na gravação ele diz que levou uma pedrada na cabeça, mas que foram tomados “a casa do chefe, da Justiça também e o Congresso Nacional também”. Além disso convocou mais manifestantes a irem para Brasília reforçar os atos terroristas.

 

 

Outra que gravou vídeo, este já dentro do Senado, foi Alessandra Faria Rondon. Ela se sentou na cadeira do ex-senador Carlos Fávaro (PSD), a quem chamou de "traidor da pátria, de Mato Grosso", e também mostrou as cadeiras dos senadores Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (União). Aos gritos ela diz “só saio daqui a hora que os traidores da pátria estiverem presos”.

 

 

Mais um mato-grossense que se gravou durante a invasão foi o pastor Erlindo, de Chapada dos Guimarães. “Depois de muito gás, muita fumaça, muitos olhos ardendo nós estamos subindo a rampa do Congresso, o povo brasileiro tomando a rampa do Congresso”, disse.

 

 

O ativista Fabrízio Cisneros Colombo, morador de Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá) fez uma live neste domingo (8) enquanto participavas dos atos terroristas.

 

"Vem para cá você que está aí, que estava indeciso, que estava com medo, vem para cá, vamos descer, vamos terminar de tomar tudo que é nosso, vamos tomar o STF, tomamos conta de tudo, você que não veio, vem para cá, traz uma excursão faz uma caravana pede ajuda do empresariado da sua cidade e vem para cá", disse.

 

 

Outro lado

Após públicação da matéria, o casal encaminhou a seguinte nota:

O casal Juliano Antoniolli e Luane Grotta vem esclarecer, por meio da presente nota de esclarecimento, que é simpatizante do ex-Presidente Jair Bolsonaro, contudo, não participou de nenhum ato de incentivo ou mesmo de depredação do patrimônio público em Brasília no dia 08/01/2023, não tendo acessado o interior de qualquer dos prédios.


Esclarece que havia uma viagem de férias para os EUA previamente agendada e que lá estando, por coincidência, se localizavam na mesma região em que o ex-Presidente está.


Por conta disso o encontraram, juntamente com vários outros simpatizantes que aguardam o ex-Presidente para tirar fotos diariamente.


No retorno para o Brasil, em escala na cidade de Brasília, estiveram nas adjacências do Congresso e, lá estando, permaneceram por apenas 01h em manifestação pacífica. Quando perceberam que terceiros promoviam atos de depredação, deixaram o local.


Informam que após a divulgação das matérias estão sendo vítimas de ameaça e tomaram as medidas necessárias para a devida investigação.


Por fim, entendem que foram uma série de coincidências e que defendem o direito de manifestação, contudo, desde que sejam de forma pacífica.


JULIANO E LUANE

 

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