MOTIVAÇÕES POLÍTICAS 04.06.2026 | 14h42

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Montagem/GD
A presidente do Partido Novo em Rondonópolis, Raquel Mattei, usou as redes sociais para denunciar que foi perseguida por um empresário na noite dessa quarta-feira (03). Em relato nas redes sociais, ela disse que o homem gritava contra um político que aparecia em um adesivo colado na traseira do seu carro.
Nas imagens compartilhadas por Raquel é possível ver o motorista de uma caminhonete a ofendendo. Conforme o relato, o homem a estava perseguindo pela cidade e ofendendo. Em determinado momento, ela vê uma equipe policial e pede ajuda. Ao perceber isso, o agressor vai embora do local.
“Do nada ele parou do meu lado, abaixou o vidro e começou a gritar. Eu não entendi porque ele estava gritando, abaixei o vidro e fui perguntar o que foi. Ele me xingando de tudo o que vocês pensarem, do nada. eu não entendi o porque ele estava me xingando, fui entender que era uma perseguição política séria”, contou no Instagram.
Conforme o relato de Raquel, o perseguidor é dono de uma franquia de lojas de chocolate da cidade a quem ela tinha ajudado durante a pandemia, permitindo que a venda ocorresse também dentro de uma loja de sua propriedade.
“Enlouquecido, nos perseguiu até em frente do Village. Todos os seguranças viram ele me perseguindo e gritando que ele sabia muito bem onde eu morava e que ele não ia parar de me perseguir”, disse.
Segundo Raquel, o empresário é de esquerda e teria se irritado com um adesivo de um pré-candidato a deputado federal da região. Imediatamente, lideranças de partidos de direita se manifestaram em apoio à presidente do Novo.
Odilio Balbinotti, cotado para ser suplente do pré-candidato ao Senado José Medeiros, emitiu uma nota de repúdio pelo que chamou de “intolerância”. Ele defendeu que em um regime democrático deve prevalecer o “diálogo, respeito e argumentos” e não a “violência, intimidação ou perseguição”.
“Ninguém pode ser alvo de ataques simplesmente por expressar suas convicções ou apoiar pessoas de sua preferência”, escreveu.
O pré-candidato do Novo ao Governo do Estado, Marcelo Maluf, disse estar “indignado” com o episódio e que não vai tolerar que “uma mulher seja perseguida, intimidada ou ofendida por suas posições políticas”. Ele defendeu que o caso seja investigado e que as medidas cabíveis sejam tomadas. “Ninguém deve sentir medo por exercer sua liberdade de expressão”, disse.
O ex-deputado Ulysses Guimarães disse, por meio das redes sociais, pediu que os seguidores compartilharem as notícias sobre o caso para que as autoridades tomem providências. Além disso, apoiadores dessas lideranças da direita começaram um movimento pedindo para que a empresa de chocolates puna o franqueado.
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