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fortes chuvas 29.02.2020 | 12h32

Mesmo com temporais, nível do rio Cuiabá está longe de alerta

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Chico Ferreira

Chico Ferreira

Rio Cuiabá / Afogamento / Banhista / Passagem da Conceição - Várzea Grande

Apesar das fortes ocorrências de chuva na região metropolitana, o nível do Rio Cuiabá segue dentro da normalidade, assegura a Defesa Civil, e não traz riscos de alagamentos e enchentes. Neste mês de fevereiro, foram registrados 15% da média histórica de chuva, que atingiu aproximadamente 243 milímetros de precipitação.

 

Em comparação a 2019, a média de chuva se manteve. No entanto, diminuiu em relação ao ano de 2018, em que foi registrado 450 milímetros de chuva. Mesmo com esse volume de precipitação, o Rio Cuiabá não chegou a atingir um nível de alerta, que é de 8,5 metros.

 

De acordo com o tenente coronel Paulo Selva, no mês de fevereiro, o rio atingiu 3,5 metros, ou seja, ainda está muito longe do que é considerado perigo iminente de enchente. Ele explica a diferença entre alagamento – que foi registrado em alguns dias – e enchente.

 

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“Só quando ele chega no 8,5 que nós damos alerta de enchente, embora tenha essas chuvas de 220 a 243 milímetros acumuladas no mês. Alguns dias tiveram chuvas torrenciais, e acontece o que chamamos de alagamento, que é diferente de enchente. Tivemos alguns pontos de alagamento severos, que foram chuvas acima de 40 milímetros e se acumulou em alguns pontos da cidade, ocasionando de alagamento”, detalha.

 

A previsão para o mês de março é que caia o equivalente a 170 milímetros de chuva. Porém, a Defesa Civil trabalha com a condição de emergência, portanto, estima que haja a possibilidade de acúmulo de chuvas ainda de fevereiro.

 

São duas métricas utilizadas para o calculo, explica o tenente. Uma é quantidade de chuva e a outra do Rio Cuiabá, que depende de chuvas na bacia. “Essa métrica da chuva é monitorada através de uma estação meteorológica do Instituto Meteorológico, que não está especificamente ligada com o nível do rio Cuiabá, mas esta em um dos córregos e calcula a chuva que cai no local especifico”, disse.

 

Cheias do Rio Cuiabá

Em 2001, houve um temporal que entrou para a história como uma das maiores tragédias que atingiram Cuiabá, ao lado das enchentes de 1942, 1974 e 1995. Nestas datas, inundações também afetaram toda região da Baixada Cuiabana e Pantanal.
Informações da Defesa Civil do Estado, em 1974, o Rio Cuiabá atingiu a marca de 10,77 metros, o que deixou cerca de 20 mil famílias desabrigadas em toda Baixada Cuiabana.

 

Na enchente de 1995, quando cerca de oito mil pessoas ficaram desabrigadas, os índices do Rio Cuiabá também foram impressionantes: em Cuiabá, 9,78 metros; em Rosário Oeste, 5,69 metros; e Barão do Melgaço, 7,30 metros.

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