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incêndio shopping popular 15.07.2024 | 17h50

Misael afirma que espaço não tinha seguro porque empresas não atendiam requisitos

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Mariana da Silva - Especial para o GD

redacao@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

Questionamento feito por muitos cuiabanos diante da informação de que um incêndio destruiu completamente o Shopping Popular na madrugada desta segunda-feira (15) foi se o espaço teria seguro para lidar com a situação. Segundo o presidente da Associação dos Camelôs do Shopping Popular, Misael Galvão, o prédio não era assegurado, pois não havia nenhuma empresa que garantisse cobertura para todos os lojistas dali.

 

“Não tinha [seguro] porque todo seguro que eu ia fazer conversava com a seguradora para assegurar não só paredes, a construção em si, mas toda a estrutura dos comerciantes e não encontrei nenhuma seguradora que cobrisse isso. Eu ainda estava em conversa com muitas empresas. O seguro só servia para nós se fosse para assegurar as lojas”, citou durante entrevista a programa de rádio nesta tarde, após reunião no Palácio Alencastro.

 

Leia também - Em meio a lágrimas, presidente da associação cobra apoio dos Poderes para recomeço

 

Misael também explicou que o local estava com alvará liberado pelo Corpo de Bombeiros e que não havia nada fora da legalidade. Ele ressaltou que ainda no domingo (14) trabalhou e fechou o espaço por volta das 17 horas e não havia nada de anormal no local.

 

Por volta das 3 horas acordou com ligação informando sobre o incêndio e logo viu em seu celular diversas outras ligações. Por morar perto do local, ao abrir a janela viu a cena da tragédia. “Foi uma situação que não quero que ninguém passe na vida”, desabafou.

 

De acordo com o presidente da associação, os planos são de montar um pedido de trabalho, entregar documentos e traçar planos de reestruturação.

 

Ele aponta que a “corrida contra o tempo” é grande, pois além da ausência do espaço os comerciantes estão completamente sem produtos, já que o estoque de mercadorias também funcionava no local por se tratar de pequenos empreendedores. A estimativa é que 3 mil famílias foram impactadas diretamente com o ocorrido e o prejuízo financeiro ainda não foi estimado.

 

“Estamos correndo contra o tempo, no desespero, para trazer capital de giro e reestabelecer, pois estamos sem chão, sem cobertura, sem projeto de sobrevivência na questão de levar o sustento para casa, por isso busco o poder público e todos os poderes”, declarou.

 

Segundo Misael, ainda hoje terá uma reunião com o secretário-chefe da Casa Civil Fábio Garcia para apresentar a documentação da Associação dos Camelôs do Shopping Popular para que possa receber o apoio financeiro do governo.

 

Já nesta terça-feira (16), haverá uma reunião às 8h com os associados para discutir a definição do novo local onde os comerciantes vão se estabelecer provisoriamente.

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