resgate 07.10.2019 | 07h13

jessica@gazetadigital.com.br
Santuário dos Elefantes Brasil
A elefanta "Ramba" irá embarcar para Chapada dos Guimarães nos próximos dias. A expectativa é que o animal chegue ao Santuário de Elefantes Brasil (SEB) no dia 16 de outubro. O transporte de Ramba até o novo lar vai custar cerca de R$ 500 mil.
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Durante meses, o Santuário fez campanha de arrecadação de recursos para custear a viagem do Chile até Chapada. Por meio de venda de produtos e doações, a instituição conseguiu angariar o valor para custeio de todas as despesas exigidas para o transporte seguro do animal.
Conforme a assessoria do Santuário, a equipe que acompanhará a elefanta até Chapada estava esperando apenas a chegada da caixa adequada para o transporte para que pudessem iniciar o trajeto. Atualmente, o animal está morando no Parque Safári Rancágua, no Chile.
Ramba foi comprada na Argentina e durante mais de 40 anos trabalhou em diferentes circos. Acorrentada, era forçada a obedecer ordens e participar das apresentações. Somente em 2012 que a historia da elefanta começou a mudar com o engajamento da ONG chilena Ecópolis que soube que a elefanta estava no Chile fazendo apresentações em um circo e começou uma campanha para resgatar o animal. Sua remoção ao Parque Safári Rancágua aconteceu após uma ordem judicial, onde permanece em um pequeno celeiro até hoje.
Segundo a assessoria do SEB, no dia da viagem, a caixa será içada por um guindaste, colocada em uma carreta de transporte e levada por terra por cerca de 97 km até o aeroporto de Santiago, para embarcar no voo rumo ao aeroporto internacional de Viracopos em Campinas. De lá seguirá em um caminhão até o SEB, no rio da Casca, em Chapada dos Guimarães, sempre escoltada pela equipe do SEB e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Ramba será a quarta elefanta recebida pelo Santuário. Em 2016, Maia e Guida vieram para Chapada em 2016. A companheira de ambas, Rana chegou no fim de 2018. Porém, Guida morreu em junho desse ano de causas desconhecidas. O corpo foi enterrado no Santuário.
Todos os animais resgatados têm histórias semelhantes: foram comprados e dedicaram a vida ao trabalho circense, sendo maltratadas pelos ex-donos.
A trajetória de Ramba pode ser acompanhada pelo site e rede social do Santuário.
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TEDA - 07/10/2019
TANTA CRIANÇA PASSANDO FOME NESTE NOSSO ESTADO, QUANDO REMÉDIO FALTANDO NAS FARMÁCIA DE ALTO CUSTO, CRIANCAS FORA DE SALA DE AULA, E TEM GENTE, OU ONG AINDA TRAZENDO ELEFANTE DE OUTRO PAIS PRA CA, QUANTA ONÇA PINTADA, E OUTROS ANIMAIS NA NOSSA FAUNA, PRECISANDO DE AJUDA, SERA QUE ALGUM ORGÃO PUBLICO NÃO ENXERGA ESTES ABSURDOS
kono - 07/10/2019
Tem que mandar as elefantas para o seu habitat natural, Ásia a Chapada não tem nada haver com isso! Cada macaco no seu galho.
2 comentários