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SÉRIE D 18.05.2026 | 14h22

Mixto x Operário farão Clássico 277 da história em partida sábado, no Dutrinha

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Oliveira Júnior

redacao@gazetadigital.com.br

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Mixto x Operário revivem no próximo sábado (23), no Dutra, o tradicional "Clássico dos Milhões", agora em duelo válido pelo returno da Série D do Campeonato Brasileiro. O confronto de número 277 entre os rivais pela 8ª rodada da divisão de acesso colocará frente a frente equipes em situações opostas na tabela de classificação.


Enquanto o alvinegro vem de vitória sobre o líder do grupo Goiatuba, por 2 x 0, no Dutra, com grande atuação do time comandado por Lucas Isotton, o Chicote amargou nova derrota, desta vez em casa (2x1 para o União), que o empurrou para a lanterna do grupo.


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No histórico dos 276 duelos, desde 1949, o Mixto leva uma pequena vantagem: foram 101 vitórias, contra 96 do rival várzea-grandense, e 79 empates. Ao longo dos confrontos, o alvinegro marcou 362 vezes, contra 348 do Operário. Atualmente, o Mixto ocupa a terceira posição no Grupo A4, com 9 pontos, na zona de classificação, enquanto o Tricolor é o lanterna, com apenas 4 pontos.


Personagens inesquecíveis de muitos desses duelos, Roberto de Jesus Cezar – o Careca e Mosca relembraram alguns detalhes históricos, antes do clássico, que vão ao ar na pré-jornada da Cultura FM, a partir das 16h30 de sábado.


Reconhecido como um dos maiores ídolos do Operário, Carlos Henrique Pedroso — o Mosca — relembrou sua trajetória, com 8 anos defendendo a camisa do clube, entre idas e vindas, o famoso gol de bicicleta sobre o Botafogo, no Verdão, pela Copa do Brasil, e lamentou o afastamento da torcida.


“Na nossa época, se perdesse um clássico, nem a família podia sair na rua no dia seguinte. Eu falava para minha mulher e minhas filhas. A rivalidade era muito grande”, lembra.


Sobre a drástica redução da torcida nas arquibancadas, Mosca comparou: “A Cuiabá dos anos 70, 80, era diferente, a população era menor e não havia tantas opções de lazer. Além disso, o time tinha muitos garotos da cidade e a família ia inteira ao estádio assistir. Hoje o Operário não tem nenhum jogador daqui; é triste, não há essa identificação com a torcida e isso acaba impactando na presença de público no estádio”, ponderou.


E a colocação de Mosca é perfeitamente atual; afinal, a base do Operário é toda formada por jogadores do futebol mineiro.
Careca


Ex-jogador e primeiro técnico a levar uma equipe à disputa do Campeonato Nacional, em 1976, Roberto de Jesus Cezar – o Careca, também trabalhou durante décadas como comentarista esportivo. Na opinião do ídolo, “apesar de o Mixto ser o favorito, dadas as circunstâncias das posições dos dois rivais na tabela, clássico é clássico!”.


“Já vi muitas vezes um time que era muito melhor no papel, chegar em campo e ser surpreendido. Os jogadores têm que entender que podem perder qualquer jogo, menos esse clássico”, disparou Careca.


Citando nominalmente as escalações dos dois times do jogo de 12 de junho de 1976, Careca relembrou a história do clássico daquele ano, que levou o Mixto à seletiva para o Campeonato Nacional e, consequentemente, à vaga para a competição.


“Foi um play-off e o Operário jogava por empate, estava na frente, mas vencemos por 3 x 2 e ficamos com a vaga, graças a entrada do Tuta que nem estava relacionado, entrou, sofreu o pênalti e fez o gol da classificação, garantindo o Mixto na seletiva para o Nacional e consequentemente a vaga para a competição de 1977. Não dá pra esquecer!”concluiu. 

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