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uso clandestino 25.02.2026 | 17h25

Polícia aponta exploração ilegal de camarotes no São Paulo desde 2023

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Divulgação / São Paulo

Divulgação / São Paulo

A força-tarefa policial que apura o esquema de exploração irregular de camarotes no São Paulo avançou nas investigações e já reuniu elementos que indicam que o problema vai além de um episódio isolado. O show de Shakira, inicialmente apontado como ponto de partida do caso, não teria sido o único a utilizar espaços do estádio de forma clandestina.

 

Segundo apuração da polícia, há indícios suficientes para afirmar que a comercialização ilegal de camarotes ocorre ao menos desde 2023. Aliás, a investigação envolve diversos eventos realizados no estádio. Esse dado atende a um dos focos centrais da investigação, identificar quando o esquema teve início e se houve repetição da prática ao longo do tempo.

 

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Com isso, os investigadores trabalham para caracterizar a “conduta de exploração ilegal dos espaços de forma reiterada e lesiva ao clube, que sempre foi colocado à margem de qualquer reconhecimento formal”. Entre os crimes analisados estão corrupção privada no esporte e associação criminosa, diante da exploração continuada dos camarotes.

 

Oitivas em andamento e provas já reunidas
A investigação segue em curso e entrou na fase de oitivas de acusados e possíveis testemunhas. Na terça-feira (24), Rita de Cássia Adriana Prado compareceu à delegacia, mas optou por permanecer em silêncio, alegando problemas de saúde. Na saída do local, ela chegou a desmaiar.


As próximas oitivas devem envolver Mara Casares e Douglas Schwartzmann. Ainda assim, a Polícia ressalta que o andamento do inquérito não depende dos depoimentos. Mesmo que os investigados mantenham silêncio, o trabalho prossegue com base em documentos, análises financeiras e dados de inteligência já coletados.

 

Nesse contexto, agentes realizaram buscas e apreensões nas residências de todos os acusados, reforçando o conjunto probatório que sustenta a apuração.


Gestão do São Paulo segue sendo investigada
O caso está sob responsabilidade do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania e da terceira delegacia, especializada em crimes de lavagem de dinheiro, em atuação conjunta com o Ministério Público. O inquérito está sendo conduzido pelo delegado Tiago Fernando Correia.

 

A força-tarefa investiga possíveis irregularidades atribuídas a diretores do clube durante a gestão do então presidente Julio Casares, entre 2021 e janeiro de 2026.

 

Ao todo, são três inquéritos distintos, todos tratando o São Paulo como possível vítima. Além do esquema envolvendo camarotes, também estão sob análise suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção no clube social. Esses dois braços da investigação ainda não resultaram em novas intimações.

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