6 capangas em casa 24.04.2024 | 18h00

redacao@gazetadigital.com.br
Reprodução
Márcio Ferreira Gonçalves afirmou, em sua audiência de custódia realizada na manhã desta quarta-feira (24), que decidiu fugir para Alta Floresta (803 km ao norte), onde foi preso, por medo das pessoas que teriam feito ameaças à sua esposa, Inês Gemilaki. Ele reforçou que não participou dos homicídios, que só encontrou com Inês, Bruno Gemilaki Dal Poz e seu irmão Eder Gonçalves Rodrigues depois do ocorrido.
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Márcio e o irmão Eder foram presos na manhã de terça-feira (23) em Alta Floresta. Na audiência de custódia realizada hoje (24), ele disse que passou na casa de sua ex-mulher para deixar uns cachorros que pertencem a ela e afirmou que iria se apresentar às autoridades. Ele também revelou que deixou Peixoto de Azevedo por medo.
“Eu só saí de Peixoto e vim para cá porque eu estava com medo de lá, porque até então eu não sabia do crime, eu fui saber depois que aconteceu tudo, eu não estava junto. [...] eu fiquei com medo porque achei que eram as pessoas que estavam ameaçando a minha esposa, porque tinha gente ameaçando ela, foi por isso que aconteceu tudo isso”.
No depoimento que concedeu à polícia, a cunhada de Márcio corroborou esta versão, de que ele não foi à casa das vítimas com Inês, Bruno e Eder. Ele teria recebido uma ligação de sua esposa horas depois, que contou o que ocorreu, e foi à fazenda dela oferecer ajuda para a fuga.
Ela ainda contou que no sábado (20) Márcio havia ido à casa dela e de seu marido, e disse para não irem mais à residência dele, pois na tarde daquele dia 6 homens teriam ido lá atrás de Inês, dizendo que queriam matá-la. Márcio conversou com estes suspeitos e nada aconteceu.
Briga com dono de imóvel
Sobre o desentendimento entre Inês e a vítima que ela tentou matar, a cunhada disse que o homem havia reclamado com Inês quando ela alugava a casa dele, sobre as condições da piscina. Assim, a mulher descobriu que o homem estava vendo as imagens das câmeras de segurança e ela resolveu desligar as câmeras, já que tinha o costume de andar só de calcinha e sutiã. Ela temia que ele já tivesse visto ela nua. O homem então pediu a casa e se iniciou uma briga judicial por cobrança de possíveis prejuízos. O dono do imóvel perdeu o processo, mas não teria gostado da situação e daí começaram as brigas e ameaças.
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