25 PRESOS POR TRÁFICO 29.07.2022 | 07h41

jessica@gazetadigital.com.br
Otmar de Oliveira
A juíza Ana Cristina Silva Mendes, da 7ª Vara Criminal, negou liberdade à Alessandra da Silva Costa, presa por tráfico de drogas durante a Operação Tangarazinho. A mulher é esposa de Josimar Maria da Silva, membro do Comando Vermelho também preso na ação policial.
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Durante a operação, 25 membros da facção foram presos acusados de crimes previstos na lei da organização criminosa, promoção, constituição, financiamento ou integração de organização criminosa.
Eles foram encaminhados para uma unidade prisional em 2021 e a ação tramitava na comarca de Tangará da Serra, contudo foi declinada e passou ser tratada na 7ª Vara, que trata de crime organizado. A denunciada foi levada para a Cadeia Pública de Nortelândia, onde está reclusa desde então.
A defesa da acusada requereu conversão da prisão preventiva em prisão domiciliar, contudo a juíza citou que ela é ligada ao Comando e fazia comércio de drogas, sob orientação do esposo preso. A magistrada mencionou a gravidade do crime e que a prisão domiciliar não seria suficiente para conter a ação criminosa.
“Porquanto nenhuma medida cautelar será capaz de produzir os efeitos desejados e suficientes à garantia da ordem pública. Ante o exposto, encontrando-se presentes as circunstâncias fáticas que justificaram a prisão preventiva da denunciada, não havendo alteração a ensejar sua revogação, nos termos do art. 316 do CPP, INDEFIRO o pedido de revogação da prisão preventiva ou a sua substituição pela prisão domiciliar formulado pela defesa de Alessandra da Silva Costa”, diz a decisão.
Na mesma decisão, a magistrada determinou a suspensão do processo contra os acusados Eberson Fortunado Rafael e Tabata Regges Soares da Silva.
São citados na ação Victor Hugo Krotzler Silva, vulgo “Vitinho”, Eberson Fortunato Rafael, vulgo “Bingo”, Taysla Regges Soares da Silva, Uéslei Oishi, vulgo “Filho do pé de Loro, Rubens Orishi, vulgo “Pé de Loro”, André da Conceição Medina, vulgo “Gordo”, Bruno Muniz Messias, vulgo “Cavalinho”, Alessandra da Silva Costa, vulgo “Duda”, Diego Rodrigues Santos, vulgo “Tangarazinho”, Alexandre dos Reis Borges, vulgo “Índio/Pajé”, Josimar Maria da Silva, vulgo “Mi”, Bernelândia da Silva Souza, vulgo “Benê”, Bruna Maiara Torres Soares, Joniermes Gomes da Silva, vulgo “Salsicha”, Laura Ivone da Silva Souza, Rosângela Aparecida Silva, vulgo “Dona Rosa”, Jéfferson Domingos de Alencar, vulgo “Biel”, Sidney da Conceição Nogueira da Rocha, vulgo “Neguinho”, Fabrício Ramos Lourenço, Lucimar Moraes, vulgo “Baixinho”, Patrick Andrey dos Santos Eusébio, Railson da Costa Lima, Genivaldo Junior Teixeira, vulgo “Boca/Bocão” e Adão Rodrigues de Campos.
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Edy marcos - 29/07/2022
Essa rela, lembrei me do Lindomar orando na igreja, dedurou todos os nomes da plebe rude. Ele pedia pra Deus mudar a vida da pessoa e ia falando o nome de um por um. Eu oro, mas peço para Deus livrar aquele que realmente se arrepende, porque sai e depois vai e mata, rouba um pai de família, pra esse não, só para arrependimento sincero e se converte eu oro.
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