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05.06.2018 | 17h58

Ministra do STJ nega soltar José Kobori da prisão

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A ministra Maria Thereza de Assis Moura, da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o habeas corpus impetrado pela defesa do economista e empresário José Kobori. Ele é ex-presidente da EIG Mercados, empresa usada para desviar mais de R$ 30 milhões de propina em contrato mantido com o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT). A decisão foi proferida no início da noite desta terça-feira (5). O pedido liminar havia sido protocolado no último dia 31 de maio.

João Vieira

José Kobori

A íntegra da decisão ainda não foi publicada, o que deve ocorrer no Diário de Justiça da próxima quinta-feira (7), conforme informado no site do STJ.

O pedido de liberdade assinado pelos advogados Raphael Arantes, Décio Arantes e Felipe Arantes visava reformar a decisão do desembargador José Zuquim Nogueira, que negou liberar Kobori do Centro de Custódia de Cuiabá (CCC), onde o alvo da operação Bereré está preso desde o dia 10 de maio. Ele foi alvo do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco), no dia 9.

Leia também - Empresário José Kobori confirma amizade, mas nega propina a irmãos Taques

Kobori é acusado de ter repassado propina ao advogado e ex-secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, em troca da manutenção do contrato de concessão que repassa para a empresa a execução dos serviços de registro de contratos de financiamentos de veículos em Mato Grosso. Segundo os donos da EIG, colaboradores da Justiça, para dissimular o pagamento, Kobori teria recebido dois bônus anuais com o valor referente ao repasse a Paulo Taques. O ex-secretário teria recebido R$ 2,6 milhões.

Além de Kobori e Paulo Taques, foram presos na Operação Bônus o deputado estadual Mauro Savi (DEM), o irmão de Paulo, o advogado Pedro Jorge Zamar Taques, além dos empresários Roque Anildo Reinheimer e Claudemir Pereira dos Santos. Por conta das investigações do esquema, que teria sido iniciado em 2009, o Ministério Público Estadual (MP) denunciou 58 pessoas, entre elas sete deputados estaduais. Até o momento, a denúncia não foi aceita pela Justiça.  

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